ANSIEDADE, DEPRESSÃO E ANÁLISE NÃO LINEAR DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM INGRESSANTES NO ENSINO SUPERIOR

  • Romes Bittencourt Nogueira de Sousa Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Goiás
  • Carini Silva da Silva Universidade Federal de Goiás - UFG
  • Marcos Antônio Ferreira Filho Universidade de São Paulo - USP
  • Gustavo Rodrigues Pedrino Universidade Federal de Goiás - UFG
  • Sandra de Fátima Barboza Ferreira Universidade Federal de Goiás - UFG
  • Ana Cristina Silva Rebelo Universidade Federal de Goiás - UFG
Palavras-chave: Saúde Mental, Sistema Cardiovascular, Psicofisiologia

Resumo

A análise não linear da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) é uma potencial ferramenta de correlação entre estados fisiológicos e emocionais. O objetivo deste estudo foi correlacionar alterações nos parâmetros não lineares da VFC com índices de ansiedade e depressão em ingressantes no ensino superior na Universidade Federal de Goiás (UFG). Para o registro da VFC, foi utilizado o Frequencímetro Polar® modelo RS800cx (Electro Oi, Finland).  Para  análise dos níveis de depressão, foi utilizado o Inventário de Depressão de Beck (BDI), e para análise da ansiedade, os Inventários de Ansiedade Traço e Estado (IDATE T e E). Ao todo, 50 (19,4±2,48 anos) voluntários participaram do estudo. Os scores dos inventários de depressão e ansiedade apontaram que o público apresentou índices baixos e moderados de ambas as condições, respectivamente. Foram encontradas correlações estatisticamente significativas entre o parâmetro SD2 (oriundo do Plot de Poincaré na análise da VFC), dados de entropia (ApEn e SampEn) e de propriedade fractal (DFA:α1) e os níveis de ansiedade traço e estado. Embora ApEn e SampEn ainda não apresentem correspondências fisiológicas bem definidas, DFA:α1 tem sido associado a modulação parassimpática da frequência cardíaca. Assim sendo, conclui-se que estados emocionais negativos crônicos, como em transtornos de ansiedade e humor, podem ser acompanhados por incremento parassimpático na VFC, pois assim o organismo seria capaz de não se desgastar contra estressores de longa duração. Novos estudos são necessários para a melhor compreensão das bases fisiológicas e evolutivas da depressão e da ansiedade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Almiro, P. A. (2017). Uma nota sobre a desejabilidade social e o enviesamento de respostas. Avaliação psicológica, 16(3). http://dx.doi.org/10.15689/ap.2017.1603.ed.

Amaral, G. F. D., Gomide, L. M. D. P., Batista, M. D. P., Píccolo, P. D. P., Teles, T. B. G., Oliveira, P. M. D., & Pereira, M. A. D. (2008). Sintomas depressivos em acadêmicos de medicina da Universidade Federal de Goiás: um estudo de prevalência. Revista de psiquiatria do Rio Grande do Sul, 30(2), 124-130.http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81082008000300008.

Associação Brasileira de Psiquiatria (2015). Adolescente com depressão tem mais riscos cardíacos, alertam médicos. Disponível em: http://abp.org.br/portal/clippingsis/exibClipping/?clipping=20519.

Aubert, A. E., Seps, B., & Beckers, F. (2003). Heart rate variability in athletes. Sports medicine, 33(12), 889-919. http://dx.doi.org/10.2165/00007256-200333120-00003.

Beck, A. T., Steer, R. A., & Carbin, M. G. (1988). Psychometric properties of the Beck Depression Inventory: Twenty-five years of evaluation. Clinical psychology review, 8(1), 77-100. https://doi.org/10.1016/0272-7358(88)90050-5.

Belleau, E. L., Treadway, M. T., & Pizzagalli, D. A. (2019). The impact of stress and major depressive disorder on hippocampal and medial prefrontal cortex morphology. Biological psychiatry, 85(6), 443-453. https://doi.org/10.1016/j.biopsych.2018.09.031.

Biaggio, A. M. B., Natalício, L., & Spielberger, C. D. (1977). Desenvolvimento da forma experimental em português do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE) de Spielberger.Arquivos brasileiros de psicologia aplicada, 29(3), 31-44. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/abpa/article/view/17827/16571.

Boas, G. R. V., de Lacerda, R. B., Paes, M. M., Gubert, P., da Cruz Almeida, W. L., Rescia, V. C., ... & Oesterreich, S. A. (2019). Molecular aspects of depression: A review from neurobiology to treatment. European journal of pharmacology. https://doi.org/10.1016/j.ejphar.2019.02.024.

Brito, I. (2011). Ansiedade e depressão na adolescência. Revista portuguesa de clínica geral, 27(2), 208-214. Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0870-71032011000200010.

Brugnera, A., Zarbo, C., Tarvainen, M. P., Marchettini, P., Adorni, R., & Compare, A. (2018). Heart rate variability during acute psychosocial stress: A randomized cross-over trial of verbal and non-verbal laboratory stressors. International journal of psychophysiology, 127, 17-25. https://doi.org/10.1016/j.ijpsycho.2018.02.016.

Byun, S., Kim, A. Y., Jang, E. H., Kim, S., Choi, K. W., Yu, H. Y., & Jeon, H. J. (2019). Detection of major depressive disorder from linear and nonlinear heart rate variability features during mental task protocol. Computers in biology and medicine, 112, 103381. https://doi.org/10.1016/j.compbiomed.2019.103381.

Cattell, R. B., & Scheier, I. H. (1961). The meaning and measurement of neuroticism and anxiety. Disponível em: https://psycnet.apa.org/record/1962-01191-000.

Catunda, M. A. P., & Ruiz, V. M. (2008)Qualidade de vida de universitários.Pensamento plural, 2(1):22-31. Disponível em: https://www.fae.br/2009/PensamentoPlural/Vol_2_n_1_2008/artigo_qualidadedevidadeuniversitarios.pdf.

Cavestro, J. D. M., & Rocha, F. L. (2006). Prevalência de depressão entre estudantes universitários. Jornal brasileiro de psiquiatria, 55(4), 264-267. https://doi.org/10.1590/S0047-20852006000400001.

Cerchiari, E. A. N., Caetano, D., & Faccenda, O. (2005). Prevalência de transtornos mentais menores em estudantes universitários. Estudos de psicologia (Natal), 10(3), 413-420. https://doi.org/10.1590/S1413-294X2005000300010.

Ciccone, A. B., Siedlik, J. A., Wecht, J. M., Deckert, J. A., Nguyen, N. D., & Weir, J. P. (2017). Reminder: RMSSD and SD1 are identical heart rate variability metrics. Muscle & Nerve, 56(4), 674-678. https://doi.org/10.1002/mus.25573.

Clark, D. A., & Beck, A. T. (2010). Cognitive theory and therapy of anxiety and depression: Convergence with neurobiological findings. Trends in cognitive sciences, 14(9), 418-424. https://doi.org/10.1016/j.tics.2010.06.007.

Elhai, J. D., Dvorak, R. D., Levine, J. C., & Hall, B. J. (2017). Problematic smartphone use: A conceptual overview and systematic review of relations with anxiety and depression psychopathology. Journal of affective disorders, 207, 251-259. https://doi.org/10.1016/j.jad.2016.08.030.

Fernandes, M. A., Vieira, F. E. R., Silva, J. S., Avelino, F. V. S. D., & Santos, J. D. M. (2018). Prevalência de sintomas ansiosos e depressivos em universitários de uma instituição pública. Revista Brasileira de Enfermagem, 71, 2169-2175. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0752.

Ferreira, M. T., Messias, M., Vandereli, L. C. M., & Pastre, C. M. (2010). Caracterização do comportamento caótico da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em jovens saudáveis. TEMA-Tendências em Matemática Aplicada e Computacional, 11(2), 141-150. Disponível em: http://www2.fct.unesp.br/docentes/fisio/lcmvanderlei/Artigos/Ano_2010/Artigo09_2010.pdf.

Figueiredo, R. M. D., & Oliveira, M. A. P. D. (1995). Necessidades de estudantes universitários para implantação de um serviço de orientação e educação em saúde mental. Revista latino-americana de enfermagem, 3(1), 05-14. https://doi.org/10.1590/S0104-11691995000100002.

Fusar-Poli, P., Nelson, B., Valmaggia, L., Yung, A. R., & McGuire, P. K. (2014). Comorbid depressive and anxiety disorders in 509 individuals with an at-risk mental state: impact on psychopathology and transition to psychosis. Schizophrenia bulletin, 40(1), 120-131. https://doi.org/10.1093/schbul/sbs136.

Goessl, V. C., Curtiss, J. E., & Hofmann, S. G. (2017). The effect of heart rate variability biofeedback training on stress and anxiety: a meta-analysis. Psychological medicine, 47(15), 2578-2586.https://doi.org/10.1017/S0033291717001003.

Gorenstein, C., & Andrade, L. H. S. G. (1998). Inventário de depressão de Beck: propriedades psicométricas da versão em português. Rev psiq clin, 25(5), 245-50. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/284700806_Inventario_de_depressao_de_Beck_Propriedades_psicometricas_da_versao_em_portugues.

Haidar, S. A., De Vries, N. K., Karavetian, M., & El-Rassi, R. (2018). Stress, anxiety, and weight gain among university and college students: A systematic review. Journal of the academy of nutrition and dietetics, 118(2), 261-274. https://doi.org/10.1016/j.jand.2017.10.015.

Hammoud, S., Karam, R., Mourad, R., Saad, I., & Kurdi, M. (2019). Stress and heart rate variability during university final examination among Lebanese students. Behavioral sciences, 9(1), 3. https://doi.org/10.3390/bs9010003.

Hayano, J. (2017). Introduction to heart rate variability. InClinical assessment of the autonomic nervous system (pp. 109-127). Springer, Tokyo. https://doi.org/10.1017/S0033291717001003.

Henriques, G. R. (2000). Depression: Disease or behavioral shutdown mechanism. Journal of science and health policy, 1(1), 152-165. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/245869482_Depression_Disease_or_behavioral_shutdown_mechanism.

Hoshi, R. A., Andreão, R. V., Santos, I. S., Dantas, E. M., Mill, J. G., Lotufo, P. A., & Bensenor, I. M. (2019). Linear and nonlinear analyses of heart rate variability following orthostatism in subclinical hypothyroidism. Medicine, 98(4). https://doi.org/10.1097/MD.0000000000014140.

January, J., Madhombiro, M., Chipamaunga, S., Ray, S., Chingono, A., & Abas, M. (2018). Prevalence of depression and anxiety among undergraduate university students in low-and middle-income countries: a systematic review protocol. Systematic reviews, 7(1), 57. https://doi.org/10.1186/s13643-018-0723-8.

Jin, M. J., Kim, J. S., Kim, S., Hyun, M. H., & Lee, S. H. (2018). An integrated model of emotional problems, beta power of electroencephalography, and low frequency of heart rate variability after childhood trauma in a non-clinical sample: A path analysis study. Frontiers in psychiatry, 8, 314. https://doi.org/10.3389/fpsyt.2017.00314.

Kim, H. G., Cheon, E. J., Bai, D. S., Lee, Y. H., & Koo, B. H. (2018). Stress and heart rate variability: A meta-analysis and review of the literature. Psychiatry investigation, 15(3), 235. https://doi.org/10.30773/pi.2017.08.17.

Laborde, S., Mosley, E., & Thayer, J. F. (2017). Heart rate variability and cardiac vagal tone in psychophysiological research–recommendations for experiment planning, data analysis, and data reporting. Frontiers in psychology, 8, 213.https://doi.org/10.3389/fpsyg.2017.00213.

Leão, A. M., Gomes, I. P., Ferreira, M. J. M., & Cavalcanti, L. P. D. G. (2018). Prevalência e fatores associados à depressão e ansiedade entre estudantes universitários da área da saúde de um grande centro urbano do Nordeste do Brasil. Revista brasileira de educação médica, 42(4), 55-65. https://doi.org/10.1590/1981-52712015v42n4rb20180092.

Leaver, A. M., Yang, H., Siddarth, P., Vlasova, R. M., Krause, B., Cyr, N. S., ... & Lavretsky, H. (2018). Resilience and amygdala function in older healthy and depressed adults. Journal of affective disorders, 237, 27-34. https://doi.org/10.1016/j.jad.2018.04.109

Lischke, A., Jacksteit, R., Mau-Moeller, A., Pahnke, R., Hamm, A. O., & Weippert, M. (2018). Heart rate variability is associated with psychosocial stress in distinct social domains. Journal of psychosomatic research, 106, 56-61. https://doi.org/10.1016/j.jpsychores.2018.01.005.

Luz, F., Brüne, M., & Bussab, V. S. R. (2004). Considerações básicas a respeito da psicopatologia evolucionista. Revista de etologia, 6(2), 119-129. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-28052004000200005.

Massaro, S., & Pecchia, L. (2019). Heart rate variability (HRV) analysis: A methodology for organizational neuroscience. Organizational research methods, 22(1), 354-393. https://doi.org/10.1177/1094428116681072.

Metzler, M., Govindan, R., Al-Shargabi, T., Vezina, G., Andescavage, N., Wang, Y., ... & Massaro, A. N. (2017). Pattern of brain injury and depressed heart rate variability in newborns with hypoxic ischemic encephalopathy. Pediatric research, 82(3), 438-443. https://doi.org/10.1038/pr.2017.94.

Minatel, V., Karsten, M., Neves, L. M., Beltrame, T., Borghi-Silva, A., & Catai, A. M. (2012). Avaliação da frequência cardíaca à medida de pressão expiratória máxima estática e à manobra de Valsalva em jovens saudáveis. Brazilian journal of physical therapy, 16(5), 406-413. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-35552012005000045.

Moir, F., Yielder, J., Sanson, J., & Chen, Y. (2018). Depression in medical students: current insights. Advances in medical education and practice, 9, 323. https://doi.org/10.2147/AMEP.S137384

Monte, A. A. M. (2014). Variabilidade da frequência cardíaca e tomada de decisão em tenistas. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/123433.

Naegeli, C., Zeffiro, T., Piccirelli, M., Jaillard, A., Weilenmann, A., Hassanpour, K., ... & Mueller-Pfeiffer, C. (2018). Locus coeruleus activity mediates hyperresponsiveness in posttraumatic stress disorder. Biological psychiatry, 83(3), 254-262. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.biopsych.2017.08.021.

Noureen, S., & Malik, S. (2019). Conceptualized-self and depression symptoms among university students: Mediating role of cognitive fusion. Current psychology, 1-9. https://doi.org/10.1007/s12144-019-00450-3.

Oliveira, K. L. D., Santos, A. A. A. D., Cruvinel, M., & Néri, A. L. (2006). Relação entre ansiedade, depressão e desesperança entre grupos de idosos. Psicologia em estudo, 11(2), 351-359. https://doi.org/10.1590/S1413-73722006000200014.

Otta, E. Yamamoto, M. E. (2009). Psicologia evolucionista. Rio de Janeiro. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001735614.

Pereira, T., Almeida, P. R., Cunha, J. P., & Aguiar, A. (2017). Heart rate variability metrics for fine-grained stress level assessment. Computer methods and programs in biomedicine, 148, 71-80. https://doi.org/10.1016/j.cmpb.2017.06.018.

Porges, S. W. (2005). The vagus: a mediator of behavioral and physiologic features associated with autism. The neurobiology of autism, 2, 65-77. Disponível em: https://psycnet.apa.org/record/2014-19910-006.

Ribeiro, M. K., Alcântara-Silva, T. R., Oliveira, J. C., Paula, T. C., Dutra, J. B., Pedrino, G. R., ... & Rebelo, A. C. (2018). Music therapy intervention in cardiac autonomic modulation, anxiety, and depression in mothers of preterms: randomized controlled trial. BMC Psychology, 6(1), 57. https://doi.org/10.1186/s40359-018-0271-y.

Rutland, J. W., Brown, S., Verma, G., Feldman, R. E., Sharma, H., Markowitz, M., ... & Balchandani, P. (2019). Hippocampal subfield-specific connectivity findings in major depressive disorder: A 7 Tesla diffusion MRI study. Journal of Psychiatric Research, 111, 186-192. https://doi.org/10.1016/j.jpsychires.2019.02.008.

Sessa, F., Anna, V., Messina, G., Cibelli, G., Monda, V., Marsala, G., ... & Pisanelli, D. (2018). Heart rate variability as predictive factor for sudden cardiac death. Aging (Albany NY), 10(2), 166. https://doi.org/10.18632/aging.101386.

Silva, M. A. C., Nicácio, M. N., de Oliveira Pimentel, I. D., Lopes, P. F. F., Rebouças, G. M., & de Medeiros, H. J. (2014). Métodos não lineares para a mensuração da modulação autonômica. Neurociências. https://doi.org/10.5935/abc.20130181.

Silverman, A. L., Herzog, A. A., & Silverman, D. I. (2019). Hearts and minds: stress, anxiety, and depression: unsung risk factors for cardiovascular disease. Cardiology in review, 27(4), 202-207. https://doi.org/10.1097/CRD.0000000000000228.

Souza, G. M., & Buckeridge, M. S. (2004). Sistemas complexos: novas formas de ver a Botânica. Brazilian Journal of Botany, 27(3), 407-419. https://doi.org/10.1590/S0100-84042004000300002.

Task Force of the European Society of Cardiology et al. the North American Society of Pacing and Electrophysiology (1996).Heart rate variability: standards of measurement, physiological interpretation and clinical use. Circulation, v. 93, n. 5, p. 1043-1065, 1996. https://doi.org/10.1161/01.CIR.93.5.1043.

Timberlake, M. A., & Dwivedi, Y. (2016). Altered expression of endoplasmic reticulum stress associated genes in hippocampus of learned helpless rats: relevance to depression pathophysiology. Frontiers in pharmacology, 6, 319. https://doi.org/10.3389/fphar.2015.00319.

Thomas, B. L., & Viljoen, M. (2019). Heart Rate Variability and Academic Performance of First-Year University Students. Neuropsychobiology, 78(3), 136-142. https://doi.org/10.1159/000500613

Vanderlei, L. C. M., Pastre, C. M., Hoshi, R. A., Carvalho, T. D. D., & Godoy, M. F. D. (2009). Noções básicas de variabilidade da frequência cardíaca e sua aplicabilidade clínica. Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery, 24(2), 205-217. https://doi.org/10.1590/S0102-76382009000200018.

Watt, D. F., & Panksepp, J. (2009). Depression: An evolutionarily conserved mechanism to terminate separation distress? A review of aminergic, peptidergic, and neural network perspectives. Neuropsychoanalysis, 11(1), 7-51. https://doi.org/10.1080/15294145.2009.10773593.

Williams, D. P., Jarczok, M. N., Ellis, R. J., Hillecke, T. K., Thayer, J. F., & Koenig, J. (2017). Two‐week test–retest reliability of the P olar® RS 800 CX™ to record heart rate variability. Clinical physiology and functional imaging, 37(6), 776-781.https://doi.org/10.1111/cpf.12321.

Winkelmann, T., Thayer, J. F., Pohlack, S., Nees, F., Grimm, O., & Flor, H. (2017). Structural brain correlates of heart rate variability in a healthy young adult population. Brain structure and function, 222(2), 1061-1068. https://doi.org/10.1007/s00429-016-1185-1.

Yamamoto, M. E., Valentova, J. V., Leitão, M. B. P., & Hattori, W. T. (2018). Manual de psicologia evolucionista. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26065.

Zhang, Q., Hu, D. X., He, F., Li, C. Y., Qi, G. J., Cai, H. W., ... & Tian, B. (2019). Locus coeruleus-CA1 projections are involved in chronic depressive stress-induced hippocampal vulnerability to transient global ischaemia. Nature Communications, 10(1), 1-17. https://doi.org/10.1038/s41467-019-10795-9.

Zuttin, R. S., Moreno, M. A., César, M. C., Martins, L. E. B., Catai, A. M., & Silva, E. (2008). Avaliação da modulação autonômica da freqüência cardíaca nas posturas supina e sentada de homens jovens sedentários. Brazilian journal of physical therapy, 12(1), 7-12. https://doi.org/10.1590/S1413-35552008000100003.

Publicado
2020-10-22
Como Citar
Sousa, R. B. N. de, Silva da Silva, C., Ferreira Filho, M. A., Pedrino, G. R., Ferreira, S. de F. B., & Silva Rebelo, A. C. (2020). ANSIEDADE, DEPRESSÃO E ANÁLISE NÃO LINEAR DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM INGRESSANTES NO ENSINO SUPERIOR. Psicologia E Saúde Em Debate, 6(2), 213-234. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V6N2A14
Seção
Artigo original