ESTRESSE EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA DO ENSINO SUPERIOR DE MINAS GERAIS

Autores

  • Jefferson Lopes La Falce Universidade FUMEC
  • Daniela Moreira Fonseca Ferreira Universidade FUMEC
  • Cristiana Fernandes De Muylder FUMEC
  • Ludmila de Vasconcelos Machado Guimarães CEFET MG

DOI:

https://doi.org/10.22289/2446-922X.V6N2A19

Palavras-chave:

Stress, Falta de motivação, Políticas de Gestão de Pessoas, Crescimento profissional.

Resumo

O objetivo geral deste estudo foi analisar e comparar o stress em uma organização pública do ensino superior de Minas Gerais nos anos de 2016 e 2018. A organização objeto deste estudo é uma instituição pública, voltada para o ensino, pesquisa e extensão, situada em Belo Horizonte – Minas Gerais. A metodologia utilizada foi a qualitativa e quantitativa. Os resultados indicaram que, houve uma redução nas médias nos anos pesquisados, levando a crer que, ocorreu uma significativa discordância entre os dados de 2016 e 2018. Assim, conclui-se que, a evolução do stress em uma instituição pública é crescente, algumas das possibilidades que podem ser levadas em consideração é a falta de motivação, assédio moral, salários congelados por vários anos, e também podem se sentir desvalorizados quanto ao crescimento profissional, pois muitos dos envolvidos buscam o desenvolvimento profissional e melhores salários.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Daniela Moreira Fonseca Ferreira, Universidade FUMEC

Mestre em Administração

Cristiana Fernandes De Muylder, FUMEC

Doutora em Economia

Ludmila de Vasconcelos Machado Guimarães , CEFET MG

Doutora em Administração

Referências

Almeida, D. M., Lopes, L. F. D., Costa, V. M. F., & Santos, R. C. T. D. (2018). Policiais Militares do Estado do RS: Relação entre Satisfação no Trabalho e Estresse Ocupacional. Administração Pública e Gestão Social, 10(1), 55-65. http://dx.doi.org/10.21118/apgs.v10i1.1366

Andrade, V. L. P., & Pérez-nebra, A. R. (2017). Suporte Social e Estresse no Trabalho: uma Análise com Métodos Mistos. Contabilidade, Gestão e Governança, 20(3), 442-462. http://dx.doi.org/10.21714/1984-3925_2017v20n3a7

Benevides-Pereira, A. M. T.; Yamashita, D. & Takahashi, R. M. (2010). E os educadores, como estão? REMPEC - Ensino, Saúde e Ambiente, Rio de Janeiro, 3 (3), 151-170. https://doi.org/10.22409/resa2010.v3i3.a21132

Buskirk, T.D.; Willoughby, L.M.; Tomazic, T.T. (2014). Nonparametric Statistical Techniques. In: Little, Todd D. The Oxford Handbook of Quantitative Methods in Psychology: Oxford University Press. 2014.

Calvetti, P.Ü. (2017). Níveis de ansiedade, estresse percebido e suporte social em pessoas que vivem com HIV. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 32(4). https://doi.org/10.1590/0102.3772e324317.

Cooper, C. et al. (1988). Occupational Stress indicator: test souces of pressure in job. England: Windsor.

Daniel, J.L., (2015). Workplace spirituality and stress: evidence from Mexico and US, Management Research Review, 38 (1) 29 – 43. http://dx.doi.org/10.1108/MRR-07-2013-0169.

Daskin, M. & Surucu, O.A. (2016), The role of polychronicity and intrinsic motivation as personality traits on frontline employees’ job outcomes: An empirical study from Malaysia, Asia-Pacific Journal of Business Administration, 8 (2), 177-196. https://doi.org/10.1108/APJBA-10-2015-0088.

Denzin, N.K. & Lincoln, Y.S. (2006). Planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed.

Felix, D. B., Machado, D. Q., & Sousa, E. F. (2017). Análise dos Níveis de Estresse no Ambiente Hospitalar: Um Estudo com Profissionais da Área de Enfermagem. Revista de Carreiras e Pessoas, 7(2), 530-543. http://dx.doi.org/10.20503/recape.v7i2.32749.

Guadagno, M.B.P. & Cassematis, P. (2013). Workplace stressors for investigative interviewers of child-abuse victims. International Journal of Police Strategies & Management, 36 (3), 512-525. Http://dx.doi.org/10.1108/PIJPSM-05-2012-0039.

Jex, S.M.; Swanson, N. & Grubb, P. (2013). Healthy workplaces. In: I. B. Weiner, N. W. Schmitt & S. Highhouse (Eds.). Handbook of Psychology: Industrial and Organizational Psychology (Vol. 12, 2nd ed., pp. 615-642). New Jersey, USA: John Wiley & Sons.

Låstad, L., Vander Elst, T. & De Witte, H. (2016), On the reciprocal relationship between individual job insecurity and job insecurity climate, Career Development International, Vol. 21 No. 3, pp. 246-261. https://doi.org/10.1108/CDI-03-2015-0046

Li, M. (2016). A review of employee innovative behavior in services. University of Otago.

Lokke, A. & Madsen, H. (2014). Public sector managers and work stress. International Journal of Workplace Health Management. 7 (2), 105-120. https://doi.org/10.1108/IJWHM-03-2013-0009.

Marzano, L. & Adler, J.R. (2007). Supporting staff working with prisoners who self‐harm: A survey of support services for staff dealing with self‐harm in prisons in England and Wales, International Journal of Prisoner Health, 3 (4), 268-282. https://doi.org/10.1080/17449200701682501.

Ming-Chu, Yu, & Lee, M.-H. (2018), "Multilevel moderation analysis of change perception on change commitment", Journal of Organizational Change Management, Vol. 31 No. 2, pp. 371-384. https://doi.org/10.1108/JOCM-01-2017-0006.

Moeller, C. & Chung‐Yan, G.A. (2013). Effects of social support on professors’ work stress, International Journal of Educational Management, 27 (3), 188-202. https://doi.org/10.1108/09513541311306431.

Pidd K, Kostadinov V & Roche A. (2016). Do workplace policies work? An examination of the relationship between alcohol and other drug policies and workers' substance use. Int J Drug Policy.28,48-54. https://doi.org/10.1016/j.drugpo.2015.08.017.

Rauschenbach, C., Krumm, S., Thielgen, M. & Hertel, G. (2013), Age and work-related stress: a review and meta-analysis, Journal of Managerial Psychology, Vol. 28 No. 7/8, pp. 781-804. https://doi.org/10.1108/JMP-07-2013-0251

Robertson, I.T.; Cooper, C.L.; Willians, J. (1990). The validity of the occupational stress indicator. Work and Stress, 4(1), 29-39. https://doi.org/10.1080/02678379008256962.

Sonnentag, S.; Frese, M. (2013). Stress in organizations. In I. B. Weiner, N. W. Schmitt & S. Highhouse (Eds.). Handbook of psychology, industrial and organizational psychology (Vol. 12,2nd, pp. 560-592). New Jersey, USA: John Wiley & Sons.

Swan, J.A., Moraes, L.F.R.; Cooper, C.L. (1993). Developing the occupational stress indicator (OSI) for use in Brazil: A report on the reliability and validity of the translated OSI. Stress Medicine, 9, 247-453. https://doi.org/10.1002/smi.2460090407.

Tabosa, M. P. O. (2018). Estresse Ocupacional: Análise do Ambiente Laboral de uma Cooperativa de Médicos de Pernambuco. Revista de Carreiras e Pessoas, 8(2), 282-303. http://dx.doi.org/10.20503/recape.v8i2.35197.

Triviños, A. (1987). Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas.

Vergara, S.C. (2014). Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas.

Yadav, M. & Naim, M.F. (2017). Searching for quality in the Quality of work life: an Indian power sector perspective, Industrial and Commercial Training, 49 (4), 164-174. https://doi.org/10.1108/ICT-01-2017-0003.

Downloads

Publicado

2020-12-22

Como Citar

La Falce, J. L. ., Ferreira, D. M. F. ., Fernandes De Muylder, C., & de Vasconcelos Machado Guimarães , L. (2020). ESTRESSE EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA DO ENSINO SUPERIOR DE MINAS GERAIS. Psicologia E Saúde Em Debate, 6(2), 294–315. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V6N2A19

Edição

Seção

Artigo original