Psicologia e Saúde em debate http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br>ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br>DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores&nbsp;<a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br><br>O volume anual é composto por duas publicações, de periodicidade semestral e a submissão é em fluxo contínuo.<br><br>O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Prof. MSc. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Renata Ferreira dos Santos<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Maria Nazaré Brandão Borges.</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto:&nbsp; QUALIS CAPES B3<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SJIF (2016) 5.602<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270"></strong><br>Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg"></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg"></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg"></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto.&nbsp;<img src="/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg"></h4> pt-BR <p>Os autores declaram que participaram na elaboração do manuscrito em questão, e que o citado manuscrito é original e não foi previamente publicado em parte ou no todo e que nenhum outro manuscrito similar sob autoria dos mesmos está publicado ou em análise por outro periódico seja impresso ou eletrônico. Declaram ainda, que não violaram nem infringiram nenhum <em>copyright</em> ou nenhum outro tipo de direito de propriedade de outras pessoas, e que todas as citações no texto são fatos verdadeiros ou baseados em pesquisas de exatidão cientificamente considerável. Os autores comprometem, quando solicitado, a fornecer informações aos editores a respeito dos dados deste manuscrito.</p> <p>A&nbsp;revista segue o padrão Creative Commons (BY NC ND), que permite o remixe, adaptação e criação de obras derivadas do original, mesmo para fins comerciais. As novas obras devem conter menção ao(s) autor(es) nos créditos. O site utiliza o Open Journal Systems, sistema de código livre gratuito para a administração e a publicação de revistas desenvolvido com suporte e distribuição pelo <a href="http://pkp.sfu.ca/"><span style="color: #006699;">Public Knowledge Project</span></a> sob a licença GNU General Public License.</p> editor@dpgpsifpm.com.br (Gilmar Antoniassi Junior) suporte@dpgpsifpm.com.br (Hugo Melo) Ter, 08 Set 2020 00:00:00 -0300 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DAS DROGAS PARA ADOLESCENTES COM E SEM EXPERIÊNCIA DE USO http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A2 <p>Esta pesquisa teve por objetivo investigar as representações sociais sobre drogas para adolescentes com e sem experiência prévia de consumo. O estudo foi realizado com 262 adolescentes do ensino médio da região metropolitana de Florianópolis no Estado de Santa Catarina. Os dados foram coletados por utilizando um questionário com questões abertas e fechadas com aplicação autoadministrada. A análise dos dados quantitativos foi realizada empregando estatística descritiva e inferencial, e Classificação Hierárquica Descendente para os dados textuais. Foi observado que para os adolescentes com experiência de uso, as representações sociais das drogas se associam a uma noção de controle do uso, buscando evitar vício e tendo por finalidade a fuga de problemas. Os adolescentes sem experiência de uso, representam as drogas a partir das consequências negativas do uso no nível individual, familiar e para a sociedade. Além disso, foi possível aferir que para a maior parte dos adolescentes participantes não há o reconhecimento do álcool como uma droga. Considera-se que para o desenvolvimento de mudanças na realidade atual que envolve o contexto de uso de drogas na adolescência, ações interventivas devem ser adaptadas às particularidades do pensamento social produzido pelos adolescentes, além da articulação de abordagens que insiram essa temática de modo transversal nos contextos de aprendizado e desenvolvimento individual e social.</p> Ivana Lauffer Corrêa, Jean Paulo da Silva, Andréa Barbará da Silva Bousfield, Andréia Isabel Giacomozzi Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A2 Ter, 08 Set 2020 12:34:36 -0300 ADOLESCÊNCIA, VIOLÊNCIA E PROJETO DE VIDA: um estudo das representações sociais com adolescentes http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A1 <p>A violência urbana praticada por adolescentes tem atingido índices elevados nos últimos dez anos; condição que exige uma análise profunda de suas múltiplas causas, deflagrando um problema psíquico, relacional, político, social, econômico, que precisa ser verificado empiricamente, para que possa formular proposições científicas de prevenção e/ou intervenção. O objetivo geral do presente estudo trata-se da identificação das representações sociais acerca da adolescência, violência e projeto de vida (futuro) dos adolescentes institucionalizados, em conflito com a lei e aqueles não institucionalizados, sem conflito com a lei. Tratou-se de um estudo de campo, inserido, em uma abordagem multimétodo, que utilizou uma metodologia qualitativa e quantitativa. O lócus de investigação situou-se numa instituição ressocializadora de privação de liberdade (104 adolescentes), e escolas da rede pública (104 adolescentes) de bairros da periferia da cidade de João Pessoa-PB, totalizando 208 participantes. Foi utilizado como instrumento a Técnica de Associação Livre de Palavras (TALP), cujos dados foram tratados pelo software Tri-Deux-Mots (versão 2.2). Os resultados objetivaram representações sociais da adolescência (estímulo 1) em diversão, jogos e namoros similares para os dois grupos de adolescentes; a violência (estímulo 2), os adolescentes representaram, diferentemente, com os adolescentes não delinquentes, ancorando em representações sociais, econômicas e&nbsp; políticas, e os adolescentes delinquentes representando com expressões objetivas da violência, como matar, roubar, bater; o futuro (estímulo 3) objetivaram representações de mudanças de vida para ambos os adolescentes.</p> Ionara Dantas Estevam, Nilton S. Formiga, Maria da Penha de Lima Coutinho Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A1 Ter, 08 Set 2020 12:36:14 -0300 LÚPUS: espiritualidade e qualidade de vida http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A3 <p>O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica do tecido conjuntivo, de etiologia desconhecida. Os pacientes podem apresentar alterações em vários sistemas importantes, que compromete a qualidade de vida com a evolução da doença. O objetivo principal do estudo foi conhecer a qualidade de vida de pacientes com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES) e relacionar com a prática da espiritualidade. O estudo é prospectivo do tipo transversal, epidemiológico, observacional e descritivo onde foram incluídos 30 participantes, com diagnóstico de LES segundo os critérios do Colégio Americano de Reumatologia<strong>. </strong>Os instrumentos usados foram: prontuários, Inventário de Qualidade de Vida [WHOQOL-SRPB] e Inventário de Qualidade de Vida versão abreviada [WHOQOL-breve]. A análise dos instrumentos padronizados foi realizada de acordo com os critérios já estabelecidos por cada um deles. Os dados encontrados indicaram que os pacientes envolvidos em ações do campo da espiritualidade apresentam melhor qualidade de vida, mesmo com o diagnóstico de uma doença crônica e as limitações e desconfortos que ela causa.&nbsp;</p> Patrícia Regina Bastos Neder, Isislane Cristina Souza da Silva, Jhonatan Lucas Ferreira Borges, Mariana Norberto de Araújo Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A3 Ter, 15 Set 2020 15:06:27 -0300 FATORES DE MOTIVAÇÃO DE PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO DA CIDADE DE PETROLINA-PE: um estudo comparativo http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A4 <p>Este estudo analisou os fatores motivacionais de 203 praticantes de exercício físico na cidade de Petrolina-PE. Os instrumentos utilizados foram o Inventário de Motivação do Exercício-2 (EMI-2) e um questionário com perguntas sobre sexo, idade, estado civil, renda mensal, tipo de exercício, tempo de prática e frequência semanal de prática. A análise dos dados foi realizada pelos testes "U" de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis (p &lt;0,05). Os resultados mostraram que os homens apresentaram escores mais altos nos fatores: condição física, diversão, reabilitação em saúde, competição e reconhecimento social, enquanto as mulheres apresentaram escores mais altos apenas na reabilitação em saúde. Indivíduos casados e viúvos / divorciados apresentaram maiores valores para prevenção de doenças do que indivíduos solteiros. Os indivíduos casados apresentaram maiores escores nos fatores: controle do estresse, diversão e afiliação. As pessoas que recebem mais de 2 salários mínimos são mais motivadas pelo controle de peso e pela reabilitação em saúde, e os indivíduos que se exercitam com mais frequência durante a semana apresentam taxas mais altas de motivação para gerenciamento e estresse, diversão, afiliação e reabilitação, saúde e competição. Concluiu-se que as variáveis sociodemográficas são fatores envolvidos na motivação para o exercício físico.</p> Roseana Pacheco Reis Batista , Gabriel Lucas Morais Freire, Rammys Mendes da Silva, Washington de Souza, Brena Stheffany dos Santos Silva, Elisabeth Ferreira Dias, Daniel Vincentini de Oliveira, José Roberto Andrade do Nascimento Junior Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A4 Ter, 15 Set 2020 15:13:27 -0300 INFLUÊNCIA DA DEPRESSÃO NA COMPETÊNCIA LEITORA EM ESTUDANTES DE PSICOLOGIA http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A11 <p>É crescente a prevalência de transtornos mentais na população universitária, principalmente, depressão, ansiedade e estresse. Partindo do princípio de que a vulnerabilidade em saúde mental pode refletir na aprendizagem dos alunos, o presente estudo buscou compreender como os sintomas de depressão interferem na capacidade de compreensão leitora de estudantes universitários. Trata-se de estudo transversal quantitativo, composto por uma amostra de 96 discentes do 1º e 5º ano do Curso de Psicologia. Foram utilizados: Inventário de Depressão de Beck, Teste de Cloze e questionário sociodemográfico. Os dados foram tratados por meio de análise estatística descritiva e inferencial. Houve correlação inversa entre a intensidade dos sintomas de depressão com as habilidades em leitura nos concluintes (r= -0,3), entre os ingressantes uma correlação direta não significante (r= 0,1). Conclui-se que existe influência dos sintomas de depressão sobre as dificuldades na compreensão leitora, o que mostra a necessidade de atenção à saúde mental de estudantes, especialmente no período final do curso de Psicologia. Entre estudantes de Psicologia, esta situação pode trazer influências para sua futura atuação profissional.</p> Patrícia Maria da Silva Costa, Thiago da Silva Gusmão Cardoso , Damares Borges dos Santos, Elisabete Agrela de Andrade Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A11 Qua, 30 Set 2020 16:11:27 -0300 A TERAPIA FLORAL FRENTE À ANSIEDADE EM TRATAMENTO ODONTOLÓGICO http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A12 <p>Dentre as especialidades da área da saúde, a Odontologia é uma das mais temidas pelos pacientes, haja vista a atemporalidade da imagem não positiva do cirurgião-dentista e os procedimentos invasivos. Nesse sentido, a ansiedade e o medo são emoções naturais ao ser humano e comuns na prática odontológica, contudo, esses sentimentos em demasia podem gerar complicações na clínica dentária. Os métodos não farmacológicos, em destaque para as Práticas Integrativas e Complementares, podem ser eficazes para o manejo de pacientes com ansiedade dental. A Terapia Floral, enquanto prática integrativa, tem como foco os distúrbios emocionais, tornando-se uma opção de recurso na prática odontológica. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão integrativa da literatura, com o intuito de explorar o aparecimento da ansiedade dental nos pacientes, bem como a utilização da Terapia Floral no combate desse distúrbio. Assim, foi realizado um levantamento da literatura e, posteriormente, uma análise temática dos textos incluídos na revisão. Dessa forma, emergiram seis temas norteadores intrínsecos aos objetivos desta pesquisa: 1) O uso de técnicas não farmacológicas para o manejo de pacientes com ansiedade dental; 2) Perfil dos pacientes com ansiedade odontológica; 3) Razões para a ansiedade odontológica; 4) Interdisciplinaridade em odontofobia; 5) Terapia Floral no controle da ansiedade e do medo; 6) Terapia Floral na Odontologia. Logo, verifica-se que os achados apresentam a Terapia Floral como eficaz nos casos de ansiedade, contudo, ainda faltam estudos que demonstrem os efeitos dessa terapêutica na Odontologia.</p> Willian Carlos Porfiro Alves, Maria do Socorro Sousa, Danielly Albuquerque Costa Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A12 Qua, 30 Set 2020 16:19:55 -0300 ESQUEMAS DISFUNCIONAIS DA PERSONALIDADE E COMPORTAMENTOS DESVIANTES COM JOVENS DELITUOSOS E NÃO DELITUOSOS EM LUANDA-ANGOLA http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A13 <p>O presente estudo investigou as crenças disfuncionais, sobre comportamentos anti-sociais dos Jovens em Luanda: um estudo preditivo com sujeitos Delituosos e não Delituosos. Participara da pesquisa 246 jovens, dos quais, 136 estavam em detenção na comarca de Viana e 108 são estudantes do segundo ciclo, matriculados no complexo escolar do Cazenga, e residentes na cidade de Luanda, em Angola. Eles responderam a escala de conductas antissocial e delitiva, questionário de crenças disfuncionais e dados sociodemográficos. Os construtos utilizados foram confiáveis tanto em sua estrutura fatorial quanto em termos da definição teórica dos mesmos. Na análise de regressão, as crenças disfuncionais foram capazes de explicar as condutas desviantes, bem como, as suas respectivas dimensões (conduta antissocial e delitiva). Observou-se um efeito significativo para os fatores Desconfiança/Abuso, Isolamento e Defectividade/Incompetência das crenças disfuncionais, tendo o sexo masculino apresentado escores mais alto, em relação ao sexo feminino, com o ‘d’ de Cohen maior de 80%. As crenças disfuncionais são interpretações errôneas do processo preceptivo elaborado pelo sujeito; são atitudes de vulnerabilidades a comportamentos antissociais, as quais, apontadas como um fator de risco na juventude. Em determinadas situações, as vivências dos jovens facilitam uma compreensão inadequada da realidade, através de processamentos falhos, isto é, erros de pensamentos que lhes leva a formar conceitos inválidos e desenvolverem crenças disfuncionais, tornando-se vulneráveis e com predisposição a delituosidade.</p> Vieira Damba, Nilton Soares Formiga Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A13 Qui, 22 Out 2020 12:31:31 -0300 ANSIEDADE, DEPRESSÃO E ANÁLISE NÃO LINEAR DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM INGRESSANTES NO ENSINO SUPERIOR http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A14 <p>A análise não linear da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) é uma potencial ferramenta de correlação entre estados fisiológicos e emocionais. O objetivo deste estudo foi correlacionar alterações nos parâmetros não lineares da VFC com índices de ansiedade e depressão em ingressantes no ensino superior na Universidade Federal de Goiás (UFG). Para o registro da VFC, foi utilizado o Frequencímetro Polar® modelo RS800cx (Electro Oi, Finland).&nbsp; Para&nbsp; análise dos níveis de depressão, foi utilizado o Inventário de Depressão de Beck (BDI), e para análise da ansiedade, os Inventários de Ansiedade Traço e Estado (IDATE T e E). Ao todo, 50 (19,4±2,48 anos) voluntários participaram do estudo. Os scores dos inventários de depressão e ansiedade apontaram que o público apresentou índices baixos e moderados de ambas as condições, respectivamente. Foram encontradas correlações estatisticamente significativas entre o parâmetro SD2 (oriundo do Plot de Poincaré na análise da VFC), dados de entropia (ApEn e SampEn) e de propriedade fractal (DFA:α1) e os níveis de ansiedade traço e estado. Embora ApEn e SampEn ainda não apresentem correspondências fisiológicas bem definidas, DFA:α1 tem sido associado a modulação parassimpática da frequência cardíaca. Assim sendo, conclui-se que estados emocionais negativos crônicos, como em transtornos de ansiedade e humor, podem ser acompanhados por incremento parassimpático na VFC, pois assim o organismo seria capaz de não se desgastar contra estressores de longa duração. Novos estudos são necessários para a melhor compreensão das bases fisiológicas e evolutivas da depressão e da ansiedade.</p> Romes Bittencourt Nogueira de Sousa, Carini Silva da Silva, Marcos Antônio Ferreira Filho, Gustavo Rodrigues Pedrino, Sandra de Fátima Barboza Ferreira, Ana Cristina Silva Rebelo Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A14 Qui, 22 Out 2020 12:39:10 -0300 IMPACTO DA PREMATURIDADE NA CONSTELAÇÃO DA MATERNIDADE http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A16 <p>O presente estudo investigou o impacto da prematuridade na constelação da maternidade. Participaram da pesquisa 3 mães primíparas- com idades entre 22 e 31 anos- que tiveram bebês prematuros. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de estudo de múltiplos casos, realizada por meio da análise de conteúdo, proposta por Bardin (2011). As entrevistas foram analisadas a partir dos eixos interpretativos da constelação da maternidade segundo Stern (1997): vida e crescimento; relacionar-se primário; matriz de apoio e reorganização da identidade. Identificou-se que, os quatro eixos considerados normais a todas as mulheres primíparas, são intensificadas em mães de prematuro. As participantes relataram o medo pela morte do bebê e a dificuldade no estabelecimento do vínculo afetivo com o filho/a e, identificou-se uma rede de apoio baseada no casal, com crescimento do papel do pai na maternidade e um maior investimento da mulher como mãe, devido o sentimento de culpa pelo parto prematuro.</p> Mariane dos Santos, Denice Bortolin, Sibeli Carla Garbin Zanin, Carine Tabaczinski Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A16 Seg, 26 Out 2020 16:07:26 -0300 PSICOLOGIA FORENSE EM EVOLUÇÃO: UMA ANÁLISE DA (IN)CAPACIDADE NA INTERPRETAÇÃO DADA PELA LEI 13.146/2015 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A5 <p>O presente trabalho acadêmico apresenta um estudo sobre a questão da capacidade e incapacidade; referenciando desde a luta antimanicomial à atuação do psicólogo forense, Ordenamento jurídico, retratando a atualidade das leis, tratada no Livro I, Das Pessoas, Título I, Das Pessoas Naturais do Código Civil 2002, Lei 10.406, Capítulo I Da Personalidade e da Capacidade. Considera ainda a abordagem dada pela Lei 13.146 de 2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Dessa forma, a pretensão do estudo está em suscitar a co-responsabilidade do psicólogo forense como auxiliar na delimitação dos casos, sobretudo para avaliação de incapacidade relativa, suscitando as causas transitórias ou permanentes, com foco nas causas transitórias. Estudo fundamentado no Artigo 4⁰ e seus incisos I, II, III, IV, todos do Código Civil vigente, com leitura atual dada pelo Estatuto em ordem.</p> Constance Rezende Bonvicini, Júlio Alves Caixêta Júnior , Rosangela Silva Sousa Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A5 Ter, 15 Set 2020 15:20:52 -0300 VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES E SUAS CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS, COGNITIVAS E EMOCIONAIS: revisão integrativa de literatura http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A6 <p>Esta pesquisa tem como tema a violência sexual contra crianças e adolescentes e seus impactos e suas consequências psicológicas, cognitivas e emocionais. É uma revisão integrativa de literatura de análise de produção científica brasileira e objetivou caracterizar o tema a partir de um levantamento desenvolvido nas bases de dados CAPES, LILACS e SciELO, de 2007 a 2017. A amostra de 11 artigos foi submetida a uma leitura aprofundada sobre as consequências da violência sexual. Na filtragem dos documentos utilizou-se os seguintes descritores “violência sexual” ou “abuso sexual” ou “criança e adolescente”. As informações encontradas foram agrupadas em três categorias: (a) Categorização temáticas dos artigos, (b) Alterações emocionais, comportamentais, cognitivas e sintomas físicos; (c) A revelação do abuso (d) Abuso sexual intrafamiliar: a convivência diária com o possível agressor/violentador. O modelo apresentado sintetiza os resultados dos estudos e representa um avanço no desenvolvimento teórico na área. Este modelo aumenta a visibilidade de questões conceituais sobre as consequências do abuso sexual sobre o desenvolvimento de crianças e adolescentes, podendo contribuir para o aprimoramento do conhecimento nessa área especifica.</p> Emanuela Varela de Aguiar , Caroline Araújo Lemos Ferreira Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A6 Ter, 15 Set 2020 15:37:41 -0300 ABORDAGENS TEÓRICAS E O USO DA ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO INSTRUMENTO METODOLÓGICO EM REPRESENTAÇÕES SOCIAIS http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A7 <p>As representações sociais são compreendidas como as opiniões individuais construídas, reelaboradas e redimencionadas à um determinado objeto social, influenciado pela história de vida de cada um. Seu funcionamento se baseia nos saberes socialmente construídos e compartilhados, uma versão da realidade conforme a satisfação e justificativa das necessidades, interesses e valores do grupo que a produziu. Para a presente pesquisa, fez-se um estudo bibliográfico com materiais publicados por autores clássicos e contemporâneos a respeito das abordagens teóricas da Teoria das Representações Sociais e o uso da Análise de conteúdo como um instrumento que apoie as pesquisas nestas abordagens. As abordagens teóricas em Representações sociais são: Abordagem Cultural (Sociogenética), com Denise Jodelet, Abordagem Societal com Willen Doise, e Abordagem Estrutural, com Jean-Claude Abric.</p> Adriana Manrique Tomé, Nilton Soares Formiga Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A7 Ter, 15 Set 2020 15:44:59 -0300 A Importância do Profissional Enfermeiro no Diagnóstico do Autismo: Uma Revisão Integrativa da Literatura http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A15 <p>O Transtorno Autista é um distúrbio do desenvolvimento neurológico que prejudica as interações sociais, nas modalidades de comunicação e comportamento. Por ser o profissional que possui o primeiro contato com a criança, o enfermeiro deve avaliar o desenvolvimento infantil, ressaltando os sinais que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta. Diante do exposto, o presente estudo teve por objetivo apresentar a relevância do papel do enfermeiro no diagnóstico do autismo. Esta pesquisa trata-se de uma revisão integrativa da literatura, descritiva e com abordagem qualitativa de artigos publicados entre 2012 e 2019. Realizou-se uma busca nas bases de dados Lilacs, Scielo, Periodicos Capes e Google Acadêmico. A coleta de dados foi feita entre abril e outubro de 2019. Foram encontrados 908 artigos, porém apenas 8 responderam a problemática de pesquisa e se tornaram o número amostral. Identificou-se que a atenção do profissional de enfermagem não pode estar só direcionada para o autista, mas também para sua família; deve-se tentar diminuir o medo, o preconceito e o sentimento de inferioridade perante a sociedade. É papel do enfermeiro orientar os familiares a comunicar-se com a criança, para estimular a interação dela com as pessoas<strong>. </strong>Com isso, o enfermeiro é fundamental no processo diagnóstico do autismo, devendo se atentar aos sinais e sintomas do autismo, proporcionando uma boa assistência de enfermagem à criança e seus parentes, encorajando, transmitindo segurança e tranquilidade a todos.</p> Marcelo Cerilo dos Santos Filho, Lais Edvirgens Lima da Cruz, Bruna Stefany Rocha do Nascimento, Julyana Constância Feitoza Marinho, Andréa Kédima Diniz Cavalcanti Tenório Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A15 Qui, 22 Out 2020 12:44:29 -0300 INTERPROFISSIONALIDADE E SAÚDE MENTAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A17 <p>Objetivo: Analisar as pesquisas científicas sobre o trabalho interprofissional na saúde mental. Métodos: Foi realizada uma revisão integrativa sobre a produção científica da relação de saúde mental e a interprofissionalidade. A pesquisa foi realizada nas bases de dados da Literatura Latino-americana e do Caribe das Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Electronic Libraly Online (SciELO) no mês de fevereiro de 2020, como atividade do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde). Resultados: Foram selecionados 10 artigos que preencheram os critérios de seleção. Os artigos selecionados foram separados em três tópicos principais: formação e campo de trabalho, interdisciplinaridade no atendimento em saúde mental e benefícios da interprofissionalidade para a saúde mental. Considerações Finais: Destaca-se a importância de um maior fortalecimento da proximidade da graduação com a prática do SUS e do campo de Saúde Mental. Percebe-se também a escassez de estudos que abordam a questão da interprofissionalidade nos serviços de saúde, nos artigos analisados mostrou-se mais comum o trabalho interdisciplinar do que o interprofissional. A interprofissionalidade mostrou ser um modelo de trabalho em saúde mais adequado, visando o atendimento integral do indivíduo.</p> Estefânia Bisognin Cervo, Malwiani Aparecida Caumo, Ana Luiza Parcianello Cerdótes , Fernanda Pires Jaeger Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A17 Seg, 26 Out 2020 16:14:11 -0300 O BRINCAR COMO INTERVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE NO TRABALHO COM EDUCADORAS INFANTIS http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A8 <p>A sociedade ainda possui uma visão limitada e mal compreendida sobre o trabalho do educador, o que contribui para que os mesmos se sintam desmotivados e desvalorizados. É notável o crescimento de adoecimentos relacionados ao trabalho no contexto da educação infantil devido as condições laborais existentes como: as creches superlotadas, as famílias que se ausentam da responsabilidade do cuidado dos filhos e não reconhecem o trabalho do educador e etc. Todos esses motivos atrelados a subjetividade de cada educador e seus recursos internos de encontrarem escoadores para o não adoecimento físico e emocional, corroboram para desencadear níveis de esgotamento cada vez maiores no ambiente de trabalho. As participantes foram oito educadoras do Centro Educacional Municipal Infantil (CMEI) Vovó Chiquinha, da Prefeitura Municipal de Patos de Minas. Sendo os encontros realizados quinzenalmente no período de uma hora. O projeto teve como objetivo oportunizar a abertura e espaço adequado para que as educadoras aprendessem a lidar e amenizar os fatores de estresse no ambiente de trabalho, de maneira prazerosa - lúdica e com possiblidades de dar novos sentidos as práticas profissionais. A metodologia utilizada foi o brincar como estratégia, intervenção e promoção de saúde no trabalho para as professoras da Educação Infantil. Com a realização do projeto possibilitou maior compreensão e respeito entre as educadoras e melhorias nas relações interpessoais e no ambiente de trabalho.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Professoras. Trabalho. Jogos. Saúde Psicoemocional.</p> Karla Cristina Silva, Gema Galgani da Fonseca Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A8 Ter, 15 Set 2020 15:54:00 -0300 CAPELATTO, I. & MARTINS FILHO, J. (2012). CUIDADO, AFETO E LIMITES: UMA COMBINAÇÃO POSSÍVEL (4A ED.). SÃO PAULO: 7 MARES. http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A9 Déborah Silva dos Santos, Gema Galgani da Fonseca Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A9 Qua, 30 Set 2020 16:00:48 -0300 Winnicott, D. (1982). A criança e o seu mundo (5a ed.) Rio de Janeiro: Zahar editores. http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A10 Maria de Lourdes Nunes Rodrigues, Danielle Ribeiro Ganda, Delza Ferreira Mendes Copyright (c) 2020 Psicologia e Saúde em debate https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/V6N2A10 Qua, 30 Set 2020 16:06:34 -0300