DISLIPIDEMIA INFANTIL COMO FATOR DE RISCO PARA ATEROSCLEROSE

Autores

  • Silvana Maria Silva Cardoso Torezam
  • José Amir Babilônia

Palavras-chave:

Adolescente, Criança, Níveis lipídicos, Vida saudável

Resumo

Introdução: As dislipidemias são determinantes para o aparecimento da doença cardiovascular aterosclerótica, sendo uma das causas de morbimortalidade da população brasileira. A dislipidemia infantil como fator de risco para a aterosclerose é assunto de relevante importância, sendo, por vezes, considerado um problema de saúde pública. Compreender a incidência destas doenças em crianças e adolescentes é prevenir maiores consequências, como a morte, durante a vida adulta. Objetivo: Realizar uma pesquisa de revisão de literatura sobre a dislipidemia, principalmente a dislipidemia infantil, pois os níveis lipídicos em crianças e adolescentes influenciam diretamente os mesmos níveis na idade adulta. Metodologia: A pesquisa é qualitativa com objetivos descritivos e procedimento bibliográfico. A dislipidemia está presente quando o colesterol total aumenta, seja pelo valor da LDL (low-density lipoprotein) ou dos triglicerídeos serem elevados; seja pelo valor HDL (high-density lipoprotein) ser baixo ou, ainda, pela junção destes dois fatores. O colesterol, os triglicerídeos e os fosfolipídeos são deslocados pela corrente sanguínea, em complexos lipoproteicos, as lipoproteínas. O mau funcionamento das lipoproteínas plasmáticas é uma das principais causas de arteriosclerose, a qual é responsável por doenças cardiovasculares, tais como trombose, falência cardíaca, enfartes do miocárdio, acidentes vasculares isquêmicos, dentre outros. A incidência da dislipidemia em crianças e adolescentes é precursora das doenças cardiovasculares que levam a óbito inúmeras pessoas em todo o mundo. As dislipidemias em crianças e adolescentes, no Brasil, são relacionadas a disfunções alimentares e hábitos inadequados individuais e familiares. Considerações: As doenças ateroscleróticas são um relevante problema de saúde pública, sendo seus fatores de risco prevalentes durante a fase infanto-juvenil. Estes fatores podem ser atenuados com práticas saudáveis, que devem ser promovidas pelos pais, educadores físicos, médicos, nutricionistas, dente outros agente sociais. Com exceção de disfunções congênitas, uma vez que mudanças de hábitos podem não ser suficientes, com o intuito de normalizar as funções do metabolismo são necessárias mudanças comportamentais, as quais podem ser adotadas como medidas preventivas durante a fase de crescimento. A aquisição de bons hábitos alimentares durante a infância, abrangendo alimentação adequada para a idade, controle de peso e prática de exercícios físicos, é primordial para uma vida adulta saudável, diminuindo o risco de doenças crônicas e degenerativas precoces.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

-

Downloads

Publicado

2018-12-12

Como Citar

Torezam, S. M. S. C., & Babilônia, J. A. (2018). DISLIPIDEMIA INFANTIL COMO FATOR DE RISCO PARA ATEROSCLEROSE. Psicologia E Saúde Em Debate, 4(Suppl1), 65–65. Recuperado de https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/411

Edição

Seção

Anais