OS CUIDADOS PALIATIVOS: ALTERNATIVA E POSSIBILIDADE DE AMPARO E DE DIGNIDADE DIANTE DO MORRER

Autores

  • Tiago Henrique Souza Amaral
  • Betânia Eneida de Morais Silva
  • Renata Ferreira dos Santos Oliveira

Palavras-chave:

Cuidados Paliativos, Enfermagem, Plano de Cuidado

Resumo

Introdução: Os cuidados paliativos podem proporcionar uma oportunidade de transformar as questões relacionadas a morte, tornando muito mais humanizado, esses cuidados não pretendem interferir no tempo que poderá ocorrer a passagem e sim tem como fundamento o amparo a família no processo de luto. Buscando sempre de maneira coerente oferecer ao paciente alívio e  redução do sofrimento tanto, emocionais como físicos, melhorando a qualidade de vida e gerando  uma possibilidade de amparo até os seus últimos dias de vida. Objetivo: Os objetivos deste trabalho foram identificar e reconhecer o que são os cuidados paliativos, e indicar quais os amparos podem levar o paciente a ter dignidade diante do morre, relatando a importância profissional da área de enfermagem para o paciente e familiares nestes últimos momentos de vida. Metodologia: Este trabalho tratou-se de uma revisão bibliográfica conceitual, que foi realizado através de bancos de dados da área de saúde, como: BIREME, PUBMED, SCIELO, BVS, a busca também ocorreu em monografias, tese, e livros. Os anos da publicação escolhidos foram compreendidos entre 2007 e 2017. Considerações: De acordo com os estudos que foram levantados, observou – se que os cuidados paliativos necessitam de uma atenção maior, pois, se destacam como primordial, podendo até mesmo proporcionar um conforto melhor ao paciente e familiares. Vários profissionais da assistência estarão envolvidos no processo de cuidar do paciente em estado terminal, dentre eles se destaca o enfermeiro, ele está presente todo o tempo ofertando dignidade nos últimos momentos de vida, proporcionando conforto e suporte adequado. O profissional enfermeiro tem toda capacidade para traçar um plano individualizado de cuidado para os pacientes em fase terminal, visando confortar o paciente e familiares/cuidador, pois o mesmo tenta, a todo tempo, criar vínculos e demonstrar respeito, tornando a passagem mais branda. O enfermeiro deve tratar com naturalidade o adoecimento, cuidando do paciente com todo se saber técnico/científico, buscando demonstrar empatia e compaixão, se solidarizando com a família e paciente.

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Referências

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Publicado

2018-12-12

Como Citar

Amaral, T. H. S., Silva, B. E. de M., & Oliveira, R. F. dos S. (2018). OS CUIDADOS PALIATIVOS: ALTERNATIVA E POSSIBILIDADE DE AMPARO E DE DIGNIDADE DIANTE DO MORRER. Psicologia E Saúde Em Debate, 4(Suppl1), 87–87. Recuperado de https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/433

Edição

Seção

Anais