https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/issue/feed Psicologia e Saúde em debate 2021-03-29T11:45:51-03:00 Gilmar Antoniassi Junior editor@dpgpsifpm.com.br Open Journal Systems <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br>ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br>DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores&nbsp;<a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br><br>O volume anual é composto por duas publicações, de periodicidade semestral e a submissão é em fluxo contínuo.<br><br>O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Prof. MSc. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Renata Ferreira dos Santos<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Maria Nazaré Brandão Borges.</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto:&nbsp; QUALIS CAPES B3<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SJIF (2016) 5.602<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270"></strong><br>Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg"></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg"></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg"></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto.&nbsp;<img src="/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg"></h4> https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/735 O SOFRIMENTO MENTAL E A DOCÊNCIA DE ENSINO SUPERIOR EM ENFERMAGEM 2021-03-29T11:45:51-03:00 Bruna Aderita Cortez de Sena brunaacsena@gmail.com Ana Izabel Oliveira Lima anaizabel.psi@gmial.com <p>As condições de vida e saúde dos trabalhadores foram impactadas diretamente pela reestruturação do mundo do trabalho. O aumento das exigências e a acumulação de trabalho tem levado os professores ao sofrimento, assim como os demais trabalhadores. Por isso, este artigo discorre sobre a psicodinâmica do trabalho e os estudos sobre o campo da educação que envolvam o sofrimento mental docente e sua relação com a enfermagem, relacionando-o às condições de trabalho e saúde dos professores. Objetiva-se apresentar uma análise ampliada dos achados de revisão no cenário da literatura nacional acerca do assunto, ancorada na teoria da psicodinâmica do trabalho e reflexões teóricas inseridas no diálogo. Trata-se de um estudo teórico de revisão sistemática com abordagem qualitativa, sobre o sofrimento mental em docentes de ensino superior em enfermagem para obtenção de conhecimentos produzidos na área. O sofrimento é abordado de diferentes formas na literatura e pode ter significado positivo ou negativo, tendo o trabalho como elemento estruturante dos efeitos negativos ou positivos sobre o funcionamento psíquico e a vida mental do trabalhador. Identificou-se, portanto, que a produção do trabalho docente em enfermagem pode adoecer essa classe profissional e requer estratégias defensivas elaboradas para a busca de soluções adequadas, visando a saúde mental desses trabalhadores.</p> 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/733 POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E PSICANÁLISE: interrogações sobre demanda, desejo, usuário, cidadão e sujeito 2021-02-04T10:24:49-03:00 Mariana Schuh marianaschuh.ms@gmail.com Renata Cecconello Mônego rcmonego@gmail.com Amanda Cappellari amandacappellari@gmail.com Letícia Maísa Eichherr le_maisa@yahoo.com.br Lílian Rodrigues da Cruz lilian.rodrigues.cruz@gmail.com <p>O presente artigo emerge de inquietações no que se refere aos vocábulos<em> sujeito, usuário, cidadão, desejo</em> e <em>demanda</em>, regularmente utilizados no campo da assistência social. À luz da Psicanálise, o objetivo centra-se em analisar como tais expressões emergem e se articulam em dois documentos que atravessam as práticas de profissionais da Psicologia no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS): a Política Nacional de Assistência Social e a Nota Técnica com Parâmetros para atuação das e dos profissionais de Psicologia no âmbito do Sistema Único de Assistência Social. A partir do número de vezes e do contexto em que aparecem, podem-se conhecer os possíveis sentidos atribuídos a tais expressões. Na sequência, problematizam-se as condições que profissionais da Psicologia encontram para proporcionar, a quem acessa o serviço, um espaço de fala além das demandas, propiciando o reconhecimento do sujeito em sua condição desejante.</p> 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/727 OS CAMINHOS DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO BRASIL E NO MUNDO: REFLEXÕES PARA UM ESTADO DA ARTE 2021-02-10T17:31:16-03:00 Astrid Sharon Pontes Hasbun astrid.sharon@gmail.com Nilton S. Formiga nsformiga@yahoo.com Ionara Dantas Estevam ionaradantas@gmail.com <p>A avaliação psicológica tem uma relevância histórica para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão no Brasil, uma vez que a história da avaliação psicológica no Brasil se confunde com a própria história da Psicologia como ciência e profissão no país, pois ocorre antes mesmo da sua profissionalização com a criação dos cursos de graduação e a previsão de ensino de avaliação psicológica. Entretanto, é possível perceber que o caminho da área de avaliação psicológica no Brasil passou por algumas fases: primeiro um grande interesse pelos testes psicológicos, em seguida um certo descrédito e críticas em virtude da falta de qualidade e de estudos de normatização dos instrumentos usados e a mais atual onde surge um novo florescimento da área. Dessa forma esse trabalho teve como objetivo traçar um histórico reflexivo da área, buscando um entendimento dos caminhos percorridos, das fragilidades e dificuldades enfrentadas na área assim como as possibilidades futuras. Nos últimos anos o Conselho Federal de Psicologia vem empreendendo esforços no sentido de regulamentar a área através de diversas ações e atuação do Satepsi, bem como diminuir a lacuna ainda encontrada nos aspectos éticos que envolvem a atuação em avaliação psicológica. Este estudo reflete sobre o impacto dessas ações no papel do psicólogo, sua atuação como profissional e possíveis direções futuras para a área. Constata-se assim, que a Psicologia e a área de avaliação psicológica vêm passando por importantes mudanças que tem em vista a qualificação da formação profissional, a valorização das práticas baseadas em evidências científicas e atenção às demandas sociais.</p> 2021-03-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/725 ADOLESCENTES AUTORES DE HOMICÍDIO: revisão sistemática dos fatores de risco 2021-03-11T15:07:07-03:00 Sthefanny Moreira sthefannymeirapsi@gmail.com Roberta Vieira Robertasasha@gmail.com Elisabete Andrade Elisabeteagrela1@gmail.com <p>A atual pesquisa analisou os fatores de risco associados ao cometimento de homicídio na adolescência. Esta pesquisa é uma revisão bibliográfica sistemática da literatura científica. As bases de dados utilizadas foram: Scielo, Pubmed e periódicos CAPES. Somente 10 artigos atenderam aos critérios de inclusão e exclusão e a remoção das duplicatas. Foram encontrados fatores sociais, comportamentais, psicológicos, psicopatológicos e biológicos associados ao cometimento de homicídio na adolescência. Nenhum fator isoladamente mostrou-se determinante para que o adolescente cometa homicídio. Pontua-se a importância de medidas preventivas para esse fenômeno.</p> 2021-03-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/699 COVID-19 NA INFÂNCIA: UMA REVISÃO 2021-01-04T10:51:59-03:00 Emanuela Sinimbu Silva Rossoni emanuelasinimbu@gmail.com Julliete Cristina de Oliveira jullietecris@gmail.com Lara Inês Martins Dantas larainesdantas@hotmail.com César Auladino Leite Filho cesarfilholider@hotmail.com Jandrei Rogério Markus jandreimarkus@gmail.com Adolpho Dias Chiacchio adolphovet@gmail.com <p><strong>Objetivo</strong>: Revisar publicações pré-selecionadas sobre COVID-19 na população pediátrica e formular uma síntese organizada abordando pontos primordiais e específicos da atuação do SARS-CoV-2 em crianças.<strong>Fontes de dados</strong>: Foi realizado um cruzamento de descritores cadastrados na lista da Biblioteca Virtual de Saúde: “infecções por coronavírus” e “infância" nas bases de dados LILACS, PubMed e Google Scholar. Foram usados como critérios de inclusão: 1) relevância; 2) abordar a temática de infecção por coronavírus principalmente na infância; 3) elucidar particularidades da COVID-19 na população infantil, relacionadas a aspectos como etiopatogenia, manifestações clínicas, diagnóstico, transmissão, aleitamento materno, complicações, prevenção e rotina; 4) disponíveis nas línguas inglesa e portuguesa. Foram excluídos aqueles artigos que possuíam conflitos de interesse e os que não estavam disponíveis na íntegra.&nbsp;<strong>Síntese dos dados</strong>: Foram identificadas&nbsp;9.150&nbsp;referências e, após critérios de exclusão, 38&nbsp;estudos foram analisados. Os&nbsp;resultados apontaram para&nbsp;um padrão diferenciado nas infecções por COVID-19 na infância quando comparado a adultos, com manifestações menos agressivas. Contudo, também observou-se que crianças e&nbsp;jovens infectados&nbsp;podem complicar gravemente manifestando&nbsp;a&nbsp;síndrome inflamatória multissistêmica, caracterizada pela&nbsp;ocorrência tardia de vasculite similar a&nbsp;síndrome de Kawasaki, Kawasaki incompleto e/ou síndrome do choque tóxico.<strong>Conclusões</strong>: A epidemiologia indica um menor índice de contaminação e menor número de quadros com desfechos graves na população pediátrica. Todavia, o potencial de transmissibilidade e os fatores que determinam os desfechos graves ainda demandam um investimento técnico-científico e financeiro maior, a fim de entendê-los de forma mais precisa</p> 2021-01-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/720 EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS: um desafio possível 2020-12-16T21:01:38-03:00 Alexia Jade Machado Sousa alexiajmachado@gmail.com Marielli Monte Araújo mariellimontee@gmail.com Alessandra Jaira Machado Sousa alessandra_jaira@hotmail.com Paula Monte Araújo paulamontearaujo@hotmail.com Eugênia Bridget Gadelha Figueiredo ebgfigueiredo@gmail.com <p>Introdução: Nos últimos 50 anos se têm percebido um aumento na atividade sexual de crianças e adolescentes, com consequente aumento no número de gestações e prevalência de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Objetivo: Analisar na literatura nacional dos últimos 5 anos aspectos relacionados a alguns desafios e potencialidades das ações de educação sexual nas escolas. Método: Foi realizada uma pesquisa de revisão narrativa da literatura. Resultados: Segundo a bibliografia consultada, o desenvolvimento das práticas de educação sexual nas escolas teve início no século XX, tendo como foco o controle de cunho epidemiológico, onde havia apenas discussões de cunho religioso de caráter higienista como estratégia de saúde pública. Conclusão: Mudanças na sociedade e movimentos feministas têm impulsionado debates sobre temas como a educação sexual, trazendo para um cotidiano a relevância de trabalhar tal questão.</p> 2021-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/723 TRATAMENTO DAS PERTURBAÇÕES DA ALIMENTAÇÃO E DA INGESTÃO NA ADOLESCÊNCIA – ABORDAGEM COGNITIVO-COMPORTAMENTAL 2021-01-05T13:53:33-03:00 Cláudia Gomes Cano claudia.mcano@gmail.com Sandra Pires sandra.s.pires@gmail.com Ana Catarina Serrano anacatarinabserrano@gmail.com <p>As perturbações da Alimentação e da Ingestão (PAI) constituem uma das doenças psiquiátricas mais prevalentes e com maior gravidade na adolescência. Por envolverem maioritariamente uma população jovem com potencial compromisso funcional significativo nesta faixa etária e ao longo da vida adulta, as PAI constituem um importante problema de saúde pública. A abordagem cognitivo comportamental tem demonstrado evidência como um dos tratamentos de referência empiricamente validados para todos os tipos de PAI. Este artigo pretende fazer uma revisão narrativa relativamente à evolução das teorias cognitivo-comportamentais sobre as PAI e a abordagem terapêutica com base neste modelo interventivo. A Terapia Cognitivo-Comportamental Potencializada (TCC-P) é o tratamento de escolha para adolescentes com PAI, quando a Terapia Familiar está contraindicada, não é aceite ou não é eficaz. Adicionalmente, reforça-se a importância de uma intervenção precoce nestas patologias, já que os estudos demonstram resultados mais eficazes e num período mais curto de tempo nos pacientes adolescentes comparativamente aos adultos submetidos a TCC-P.</p> 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/713 PREVENÇÃO E POSVENÇÃO DO SUICÍDIO: RELATOS DE PARENTES DE PESSOAS QUE MORRERAM POR SUICÍDIO 2020-12-10T13:12:01-03:00 Rosario Sunde rsundescanda@gmail.com Doglas M. Alberto Paqueleque dpaqueleque@gmail.com <p>O presente artigo com o tema prevenção e posvenção do suicídio é um estudo de caso que envolveu parentes de pessoas que morreram por suicídio. Este estudo objetivou avaliar as estratégias de prevenção e posvenção do suicídio. Foi usada uma abordagem qualitativa combinada por uma análise de conteúdo de entrevista aplicada a 2 pessoas (+18 anos). As entrevistas foram realizadas nas residências dos participantes depois de serem contactados e apresentados termo de consentimento livre e esclarecido. Os resultados desta pesquisa nos levam a concluir que após a morte de um parente por suicídio ficam muitas marcas entre indignações, cuplas, angústia e sofrimento pelo desaparecimento do ente querido. Percebemos ainda que, por falta de condições financeiros, os problemas relacionados com luto são geridos entre os familiares por meio de roda de conversas e autoajuda, o que pode levar aos sobreviventes a vivenciar experiências de dor e o luto por muito tempo. Sugere-se para tal a promoção de serviços de atendimento psicológico aos parentes enlutados para prevenir casos de luto complicado e suicídio por contágio. Para tal, os centros de saúde devem criar laços de cooperação com as entidades jurídicas rastreando casos de morte por suicídio para o devido acompanhamento.</p> 2021-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/728 UTI Neonatal: o que dizem as mães 2021-03-29T11:05:54-03:00 Raphaela Santos Neves raphaelasantosneves26@gmail.com Jennyfer Zimmermann jennyferzimmermann@hotmail.com Camilla Volpato Broering millavolbro@hotmail.com <p>O presente estudo tem como objetivo analisar a percepção de mães de bebês pré-termo de muito baixo peso e de extremo baixo peso sobre o processo de internação de seus filhos em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Participaram da pesquisa dez mães de recém-nascidos prematuros internados em uma maternidade de referência na execução do Método Canguru, localizada na grande Florianópolis - SC. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram uma ficha de dados sociodemográficos para traçar o perfil das participantes; e um roteiro de entrevista semiestruturada para explorar alguns desdobramentos sobre a vivência da internação dos filhos em UTIN, dentre eles, o processo gestacional e a hospitalização. Os resultados sugerem que as mães vivenciam uma oscilação de sentimentos motivados pela insegurança e medo, dado as intercorrências clínicas e o quadro de saúde de seus filhos. Ainda, evidenciaram-se que o nascimento de um bebê prematuro ocasiona muitas modificações na vida familiar, principalmente desta mãe que assume o papel de acompanhante do filho na unidade hospitalar, expressando uma necessidade de apoio, visto que, por vezes deixa seus outros filhos sob cuidado de outras pessoas e suas demais atividades. Por fim, ressalta-se a importância da atenção pautada nos princípios da humanização, ou seja, o cuidado não somente aos bebês pré-termos, mas, também a essas mães e famílias que se encontram fragilizadas devido a situação vivida.</p> 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/745 PERCEPÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES PARA VIDA EM JOVENS PRATICANTES DE MODALIDADES ESPORTIVAS COM E SEM DEFICIÊNCIA 2021-03-12T10:48:32-03:00 Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com Lenamar Fiorese lenamarfiorese@gmail.com Sherdson Emanoel da Silva Xavier sherdsonemanoel@hotmail.com Gustavo Bottega Lunardelli guga.bottega@gmail.com Domingos Rodrigues do Nascimento domintec@hotmail.com Marcelen Lopes Ribas marcelenlopes@hotmail.com José Roberto Andrade do Nascimento Junior jroberto.jrs01@gmail.com <p>Esta investigação objetivou analisar as percepções de jovens praticantes de modalidades esportivas com e sem deficiência acerca do desenvolvimento de habilidades para vida por meio do esporte, em função do tipo de esporte, sexo, faixa etária e tempo de prática. Participaram da amostra 147 jovens atletas de modalidades olímpicas (n=57) e paralímpicas (n=90), com média de idade de 13.14 ± 1.37 anos e tempo de prática de 7.35± 4.83 anos. Os instrumentos utilizados foram: um questionário sociodemográfico e a Escala de Habilidades para a Vida para o Esporte (P-LSSS). A análise de dados foi conduzida por meio dos testes Kolmogorov-Smirnov, t independente e correlação de Pearson (<em>p&lt;</em>0.05). Os praticantes mais experientes obtiveram maiores valores nas dimensões de liderança e comunicação (<em>p</em>&lt;0.05). Na comparação entre os sexos, os meninos obtiveram maior percepção de aprendizagem nas variáveis: estabelecimento de metas, habilidades sociais e habilidades emocionais (<em>p</em>&lt;0.05). Ao comparar as modalidades, os atletas de esportes olímpicos apresentaram diferenças significativas no trabalho em equipe, solução de problemas, habilidades emocionais, liderança, controle de tempo e comunicação (<em>p</em>&lt;0.05). Conclui-se, com base na concepção de jovens atletas que o esporte pode contribuir com a aprendizagem de características positivas, sendo a prática esportiva no longo prazo um dos possíveis fatores que resultam no êxito deste processo.</p> 2021-05-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/717 AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NA RECUPERAÇÃO FUNCIONAL ATRAVÉS DA REALIDADE VIRTUAL: uma nova perspectiva 2021-02-08T15:39:38-03:00 Charles Henrique Andrade de Oliveira charles.andrade@fundacaoterra.org.br João Ricard Pereira da Silva a@a.com.br <p>Este artigo propõe uma discussão sobre o uso da realidade virtual como uma ferramenta para obtenção de dados que comtemplem a avaliação psicológica na recuperação funcional, reafirmando a importância da Psicologia como ciência atuante em uma equipe multiprofissional cujo objetivo principal é a melhora na qualidade de vida de pessoas inseridas no processo de reabilitação, trabalhando seus processos de subjetivação dentro uma intervenção interprofissional. O presente artigo propoe uma forma de aproximação da área da Psicologia com as especifidades tecnológicas, juntoo a estudos científicos mais específicos e refletindo o papel do profissional em avaliar características não observáveis diretamente em um ambiente virtual. Nesse sentido, reconhecemos os usuários dos serviços na saúde valorizando a sua singularidade, seus processos simbólicos, suas emoções, diante de um procedimento não tradicional e mais motivador e interativo, colocando-os como sujeitos ativos nesse processo. O profissional de psicologia deve ampliar a utilização de ferramentas, como a realidade virtual, no intuito de buscar novas técnicas de avaliação psicológica, o que pode contribuir significativamente nos resultdos de avaliação e nos próprios processos de intervenção.</p> 2021-02-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/721 SUPORTE ORGANIZACIONAL E ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO: correlatos e diferenças entre funcionários da área de saúde e educação de um munícipio do Estado da Paraíba, Brasil. 2021-01-12T11:15:19-03:00 Nilton Soares Formiga nsformiga@yahoo.com Juliana Bianca Maia Franco juliana_franco_@hotmail.com Heitor César Costa Oliveira cartoriosbrasil@gmail.com Lígia Anderson da Silva Costa Araújo ligianderson@yahoo.com.br Fernando Santos Nascimento fernandonascimento2@hotmail.com Ennio Alves de Sousa Andrade Lima unicoennio@hotmail.com <p>Este artigo tem como objetivo verificar a relação entre o suporte organizacional e o assédio moral em funcionários nas distintas áreas do setor público municipal. Com as novas perspectivas econômicas e sociais, tem acompanhado, através dos relatos dos trabalhadores exigências funcionais que poderão causas danos psicológicos sérios, um deles, é o assédio moral, o qual, interferem no desenvolvimento e na produtividade na relação organização-trabalho-indivíduo-saúde. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório e correlacional, de abordagem quantitativa com profissionais no munícipio de Conceição-PB /Brasil. Participaram 288 funcionários, na área da saúde e educação, 58% eram homens e 35% mulheres, com uma média de 41,56 anos, renda econômica entre 1 e 2 salários e o tempo de serviço, em média, 10,77 anos. Eles responderam a escala de Percepção de Suporte Organizacional, escala de percepção de assédio moral no mundo do trabalho, escala de Impacto Afetivo do Assédio Moral no Trabalho e dados sociodemográficos. Os resultados revelaram que os constructos utilizados foram confiáveis para o tipo de amostra avaliada; no que se refere a díade suporte organizacional-assédio moral, provavelmente, contribuirão para a inibição do fenômeno do assédio no ambiente de trabalho.</p> 2021-01-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/731 TÉCNICAS DE RELAXAMENTO PARA A REDUÇÃO DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM ATLETAS DE JIU-JITSU 2021-03-29T11:07:23-03:00 Canuto Frota de Lima Junior canutojunior21@gmail.com Júlio César Souza julio.souza@fametro.edu.br <p>Esta pesquisa aborda as técnicas de relaxamento que podem ser utilizadas em atletas e outros profissionais na redução do estresse e ansiedade. Esta pesquisa teve como objetivo analisar os benefícios da prática de relaxamento em atletas de Jiu-Jitsu de uma academia da zona norte de Manaus, utilizando-se de uma abordagem quantitativa e qualitativa e cunho descritivo. Como instrumentos foram utilizados as técnicas de relaxamentos, inventário de ansiedade de Beck, inventário de estresse para adultos de Lipp e uma entrevista semiestruturada. As técnicas de relaxamento utilizadas na pesquisa foram: progressiva, passiva e respiração. Para verificação dos dados quantitativos foi aplicada a estratégia estatístico-descritiva e para análise dos dados qualitativos a análise do conteúdo. Nos resultados obtidos verificou-se que 100% dos participantes se encontravam com estresse patológico e ansiedade. Com a aplicação das técnicas de relaxamento durante os treinos dos atletas obteve-se uma melhora sensível em relação ao estresse e à ansiedade dos participantes.</p> 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/726 AMAMENTAÇÃO E CUIDADOS AO BEBÊ DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19: como recursos multimídias podem ajudar 2021-02-11T09:48:09-03:00 Cassia Patricia Barroso Perry cassiaperry57@gmail.com Ana Cristina Barros da Cunha acbcunha@yahoo.com.br Karolina Alves de Albuquerque karol.arcos@gmail.com Paula Caroline de Moura Burgarelli paula.caroline.burgarelli@gmail.com Marina Batella Martins marinabatella@gmail.com Marina Vilaça Cavallari Machado marinavcmachado@hotmail.com <p>Com a pandemia da COVID-19, o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento para enfrentar o estresse gerado pela crise mundial do coronavírus se tornou mandatório. Baseado nisso, o objetivo deste artigo é analisar recursos multimídia em formato de vídeo para a plataforma digital Instagram como estratégia de educação em saúde durante a pandemia da COVID-19 para ajudar puérperas e suas redes de apoio. Trata-se de um estudo metodológico descritivo baseado na avaliação de critérios de validade de conteúdo por 21 juízes puérperas, com média de idade de 29,38 anos. A maioria residia na região sudeste do Brasil (n=20) e possuía ensino superior (52,38%), seguido do ensino médio (38,09%). Coeficientes de Validade de Conteúdo (CVC) ? 0,80 foram adotados para validar a clareza da linguagem, relevância, pertinência e apresentação dos vídeos. Todos os CVC dos vídeos da Série “Amamentação” foram satisfatórios entre ? 0,85 e 1. Com exceção do 4º vídeo (CVC ? 0,73), os vídeos da Série “Cuidado Neonatal” obtiveram CVC entre ? 0,86 e 1. Esses resultados indicam que a população-alvo considerou os vídeos relevantes, adequados, de fácil compreensão e esteticamente agradáveis. De acordo com isso, os recursos multimídia em formato de vídeo podem ser considerados uma ferramenta válida para a proposta educacional em saúde. Assim, os vídeos podem ajudar mulheres durante o pós-parto e suas famílias a lidar com o estresse da pandemia COVID-19.</p> 2021-03-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/724 BACARDI, G. J. (2011). ONDE ESTÃO AS MOEDAS: AS CHAVES DO VÍNCULO ENTRE PAIS E FILHOS. ED SABERES, CAMPINAS/SP. 2021-01-05T13:50:33-03:00 Vanessa Eduarda Ostemberg Gondim vanessa.11314@alunofpm.com.br Constance Rezende Bonvicini constance.bonvicini@faculdadepatosdeminas.edu.br 2021-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/718 SANTOS, L. C., MIRANDA, E. M. F., & NOGUEIRA, E. L. (2016) PSICOLOGIA, SAÚDE E HOSPITAL - CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA PROFISSIONAL. 1. ED. BELO HORIZONTE: ARTESÃ. 2020-12-16T21:02:39-03:00 Dhéscika Lowrranny Silva Silvério dhescikasilverio@hotmail.com Marcelo Matta de Castro marcelo.castro@faculdadepatosdeminas.edu.br 2021-01-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/744 ENSAIO: CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL DO SONO E O COMPORTAMENTO EM INDIVÍDUOS COM TRANSTORNO ESPECÍFICO DA APRENDIZAGEM 2021-03-08T10:53:34-03:00 Josias Barbosa Victor Lagares josias.23325@alunofpm.com.br <p>Este ensaio visa trazer para discussão o artigo dos autores (Amanda Maião Franklin, Célia Maria Giacheti, Nathani Cristina da Silva, Leila Maria Guissoni Campos e Luciana Pinato) que por sua vez trazem uma pesquisa aprofundada de um dos mistérios de nossa humanidade, o sono, buscando correlacionar ao transtorno de aprendizagem, apesar de discutirmos no presente ensaio alguns dos métodos, não podemos deixar de salientar o excelente trabalho das pesquisadoras, em um artigo, que como poderão ver, é bem coeso. A ideia que a falta de sono atrapalha na aprendizagem não é algo novo, porém é muito bem abordado pelas pesquisadoras, que por meio de pesquisa de campo tentaram correlacionar com o Transtorno especifico de aprendizagem.</p> 2021-03-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Autores https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/730 CARACTERIZAÇÃO E DEMANDA DE UM SERVIÇO DE ATENDIMENTO PSICOLÓGICO ON-LINE NO CONTEXTO DA PANDEMIA DE COVID-19 2021-02-08T15:46:12-03:00 Antonio Pinto Junior antonioaugusto@id.uff.br Maristela Siqueira Macedo de Paula DRS17-DIRETORA@SAUDE.SP.GOV.BR Teresa Cristina` Rangel Credidio Zampieri cristina.credidio@hotmail.com.br <p>A pandemia da COVID-19 tem sido considerada a mais grave e importante crise de saúde pública neste momento. Além das taxas alarmantes de morbimortalidade no mundo inteiro, essa doença vem desencadeando vários tipos de sofrimento psíquico, em função do isolamento social, medo de adoecer ou de contaminar amigos ou familiares. Em função disso, torna-se necessário o desenvolvimento de serviços de tratamento psicológico para aqueles que apresentam alguma forma de transtorno mental decorrente dessa pandemia e seus efeitos. O presente trabalho descreve a experiência e os resultados de um serviço de atendimento psicológico on-line desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde de Guaratinguetá/SP que objetivou oferecer um espaço de escuta para a população geral e profissionais de saúde visando minorar o sofrimento e favorecer uma melhor qualidade de vida. Os resultados mostram que foram atendidos de forma remota 145 pessoas, predominantemente do sexo feminino (79,3%), na faixa etária entre 41-59 anos (35,2%) e entre 60-80 anos (22,1%). Grande parte da população atendida apresenta ensino médio completo (38,0%), é dona de casa (26,9%) ou está desempregada (16,6%). Quanto a queixa, observou-se que a grande maioria referiu quadros de ansiedade (45,4%) ou de depressão (18,9%). A partir desses dados, conclui-se que são necessárias a continuidade e a expansão desse tipo de serviço para a proteção e a promoção da saúde mental da população em geral e, mais especificamente, dos profissionais de saúde que estão na linha de frente de combate à pandemia da COVID-19.</p> 2021-02-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate