https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/issue/feed Psicologia e Saúde em debate 2021-07-29T13:48:11-03:00 Gilmar Antoniassi Junior editor@dpgpsifpm.com.br Open Journal Systems <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br>ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br>DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores&nbsp;<a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br><br>O volume anual é composto por duas publicações, de periodicidade semestral e a submissão é em fluxo contínuo.<br><br>O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Prof. MSc. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Renata Ferreira dos Santos<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Maria Nazaré Brandão Borges.</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto:&nbsp; QUALIS CAPES B3<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SJIF (2016) 5.602<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270"></strong><br>Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg"></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg"></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg"></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto.&nbsp;<img src="/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg"></h4> https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/757 PSICOPATIA: uma análise do tratamento da psicopatia no sistema penal brasileiro 2021-06-17T22:57:03-03:00 Constance Rezende Bonvicini constancebonvicini@yahoo.com.br Júlio Alves Caixeta Júnior a@a.com.br Esmeralda Medrado de Oliveira a@a.com.br <p>A ideia primordial do presente artigo é tornar notório o estudo sobre o transtorno de personalidade antisocial, a psicopatia frente ao sistema penal brasileiro. O presente estudo teórico objetiva analisar o transtorno de personalidade antissocial – a psicopatia – frente ao sistema de responsabilização penal no sistema jurídico brasileiro. A pesquisa do estudo teórico foi realizada por meio de pesquisa bibliográfica em livros, artigos, entre outros documentos que abordam a psicopatia frente ao sistema penal brasileiro. Ressaltando-se que a psicopatia não é uma doença, mas um transtorno de personalidade, que em decorrência de uma anomalia, sobretudo funcional presente no cérebro, acarreta prejuízos em diversas esferas da vida do indivíduo. Assim, surge a demanda jurídica e social de lidar com esses seres humanos, bem como aplicar o meio eficaz a fim de que a norma encontre sua finalidade, gerando, por fim, sua eficácia. Embora exista parâmetros para comparação de como o sistema penal deve lidar com o psicopata, concluímos que no Brasil, até o atual momento, pouco investe no tema. Essa falta de atenção para com a psicopatia resulta em uma grande reincidência desses como presidiários. Ao analisar-se números, nota-se a necessidade da implementação de meios eficazes para lidar com o perfil, buscando auxílio na psicologia para esclarecer os pontos obscuros do funcionamento cerebral de indivíduos acometidos por esse transtorno.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/764 OS IMPACTOS DA VULNERABILIDADE SOCIAL NA CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE 2021-05-18T10:35:15-03:00 Mateus Ferreira de Almeida mateusferreira197@gmail.com Mike Alexander de Paula Pinto maike.a.p.p@gmail.com Luiz Felipe Viana Cardoso luizfelipevcardoso@gmail.com <p>Esta pesquisa teve como objetivo realizar um estudo sobre o conceito de vulnerabilidade social e seus impactos na construção da subjetividade, utilizando-se para isso revisões bibliográficas que pudessem abarcar os anos de 1990 e 2020. A discussão teve como subsídio a Psicologia Social Crítica, com ela foi possível visualizar o contexto de vulnerabilidade social como marcador de subjetividades. Desta forma, tratamos os conceitos de vulnerabilidade e subjetividade a partir de suas diversidades de compreensões, onde trabalhamos tanto em suas etimologias, considerando suas múltiplas possibilidades de leituras, quanto em suas aplicações sob a perspectiva da Psicologia Social Crítica. Portanto, concluímos que a relação da vulnerabilidade social na construção das subjetividades humanas, se dão de forma correlatas, pois foi possível observar as multi-interações com as quais os fenômenos “vulnerabilidade” e “subjetividade” se constróem.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/756 NECESSIDADES PSICOLÓGICAS BÁSICAS E PAIXÃO EM ATLETAS BRASILEIROS UNIVERSITÁRIOS DE VÔLEI DE PRAIA 2021-04-08T14:35:44-03:00 Igor Fabricio dos Santos Oliveira Igor1515fabricio@gmail.com Caio Rosas Moreira crosasmoreira@gmail.com Nayara Malheiros Caruzzo nayaramalheiros@gmail.com Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com José Roberto Andrade do Nascimento Junior jroberto.jrs01@gmail.com Lenamar Fiorese lenamarfiorese@gmail.com <p>O objetivo deste estudo foi comparar as necessidades psicológicas básicas (NPB) e a paixão em atletas brasileiros universitários de vôlei de praia. Participaram 57 atletas de ambos os sexos (21,48±1,79 anos), participantes da fase final dos Jogos Universitários Brasileiros 2018. Os instrumentos utilizados foram a Escala da Paixão e a Escala de Satisfação das Necessidades Básicas para o Esporte (BNSSS). Para a análise dos dados foram utilizados os testes de <em>Kolmogorov-Smirnorv</em>, U de <em>Mann-Whitney</em> e <em>Kruskal-Wallis</em> (p&lt;0,05). Os resultados evidenciaram que os atletas da região central do país se perceberam mais satisfeitos em relação à necessidade básica de autonomia (p=0,033) quando comparados aos atletas da região sul e sudeste. Atletas de instituições privadas apresentaram maiores índices de satisfação com a necessidade de competência (p=0,035) e relacionamento (p=0,028) do que atletas de universidades públicas. Em relação a remuneração pelo esporte, atletas que recebem algum auxílio financeiro se sentem mais competentes (p=0,012) com a sua prática esportiva. Atletas de nível internacional apresentaram maior satisfação em relação à autonomia e competência, além de maior paixão harmoniosa do que os atletas de nível nacional (p&lt;0,05). Conclui-se que os atletas de nível internacional, que recebem algum tipo de remuneração, que estudam em universidades particulares e da região central do país demonstraram maior satisfação com as necessidades psicológicas básicas e mais apaixonados harmoniosamente com a prática da modalidade.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate