https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/issue/feed Psicologia e Saúde em debate 2022-06-03T11:55:15-03:00 Gilmar Antoniassi Junior editor@dpgpsifpm.com.br Open Journal Systems <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br />ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br />DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores <a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a> e <a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br /><br />O volume anual é composto por duas publicações anuais, de publicação contínua e a submissão é em fluxo contínuo.<br /><br />O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br /> Prof. Dr. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Profa. Dra. Luciana de Araújo Mendes Silva<br /> Prof. Dr. Saulo Gonçalves Pereira</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br /> Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto: QUALIS CAPES B3<br /></strong><strong> I.F. (Citefactor - 2020-21) 1.28<br /> </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br /><strong> SJIF (2020) 5.969<br /> h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270" /></strong><br />Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg" /></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg" /></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg" /></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg" /></h4> https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/796 A TENTATIVA DE SUICÍDIO NA ADOLESCÊNCIA: um olhar psicanalítico 2022-01-07T12:17:56-03:00 Matheus Colombari Caldeira mmatheuscaldeira_@hotmail.com Luciano Aparecido Pereira Junior lucianojuniorpereira@gmail.com Regina Célia de Souza Beretta regina.beretta@unifran.edu.br Antônio Cézar Peron acperon@uol.com.br Carlos Alberto da Costa albertoonze@yahoo.com.br <p>A tentativa de suicídio evidencia a não consumação do ato de tirar a própria vida, dando à tentativa e ao suicídio uns lugares sintomáticos diferentes. O objetivo deste estudo foi discutir sobre a tentativa de suicídio em adolescentes na contemporaneidade e sua relação direta com a cultura, por meio da Psicanálise. A pesquisa bibliográfica exploratória foi realizada nas plataformas <em>SciELO</em>, <em>Google Acadêmico</em> e <em>PePSIC-BVS</em>, sendo selecionados cinco artigos datados de 2017-2021, bem como livros contidos na literatura e dados disponíveis em sites e cartilhas do governo brasileiro. Os descritores utilizados para a pesquisa foram: <em>Adolescente, Suicídio e Psicanálise</em>. A análise de conteúdo realizada teve como premissa o contexto psicanalítico enquanto referencial teórico-metodológico, além da compreensão dos impactos sociais gerados pela temática. A influência sociocultural interfere diretamente na temática do suicídio, frente ao tabu que é falar sobre a morte e diante do suicídio, como sintoma de um adoecimento social e dificuldades de espaços de escuta dos adolescentes e políticas públicas de atenção a adolescência. Por fim, é preciso compreender e articular ações, no âmbito das políticas públicas, bem como da clínica psicanalítica, que se disponham a atuar e agir frente às realidades sociais e culturais que envolvem as tentativas de suicídio e os suicídios consumados – uma compreensão ampla das realidades vividas e da integralidade (biopsicossocial, cultural e espiritual) dos sujeitos.</p> 2022-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/793 EDUCAÇÃO EM SAÚDE E TECNOLOGIAS: mudanças, desafios e novos hábitos 2022-01-03T11:55:13-03:00 Luciano Aparecido Pereira Junior a@a.com.br Talisson Roberto Bergamim a@a.com.br João Pedro Pereira Martins a@a.com.br Regina Célia de Souza Beretta regina.beretta@unifran.edu.br <p>Educar em saúde pode ser um desafio frente a compreensão do que é educação e do que é saúde, e de como estas definições impactam a vida das pessoas. Tanto a saúde, quanto a educação se apresentam como sinônimos de cuidado e só acontecem de forma efetiva com a participação das pessoas. O estudo aqui descrito se propôs a discutir a transversalidade entre a Educação em Saúde e o uso da tecnologia, como uma ferramenta importante, frente às mudanças, hábitos e desafios que permeiam o mundo contemporâneo, além de ressaltar questões que envolvem a qualidade de vida e o estilo de vida das pessoas. A pesquisa foi realizada nas plataformas <em>SciELO</em>, <em>PePSIC</em> e <em>Google</em> Acadêmico, por meio dos descritores em saúde: Educação em Saúde, Promoção da Saúde e Desenvolvimento Tecnológico. Foram encontrados e selecionados seis artigos sobre a temática. A análise foi realizada por meio da Análise de Conteúdo e do materialism histórico-dialético, enquanto referencial teórico-metodológico. Desta forma, ainda existem falácias na atenção integral à saúde e bem-estar da população, e há uma demanda persistente na criação de redes fortalecidas que favoreçam a atenção à saúde e a proteção social, por meio de um trabalho intersetorial e interdisciplinar, que possa uma sociedade justa, saudável e sustentável.</p> 2022-01-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/821 IMPACTOS PSICOSSOCIAIS DOS DESASTRES DA MINERAÇÃO EM MARIANA E BRUMADINHO: uma revisão integrativa 2022-01-19T10:37:13-03:00 Karina Fernandes Martiniano Araújo karina.martiniano@hotmail.com Luíza França Costa luizafrancac@gmail.com Acríssio Luiz Gonçalves acrissio@yahoo.com.br <p>Os rompimentos das barragens de rejeitos de mineração em Mariana, em 2015, e em Brumadinho, em 2019, são apontados como o maior desastre ambiental e o maior acidente de trabalho da história do Brasil, respectivamente. O presente artigo teve como objetivo analisar os antecedentes destas tragédias, seus impactos ambientais e socioeconômicos, bem como as consequências psicossociais para a população atingida direta e indiretamente por estas tragédias. O método utilizado foi a revisão bibliográfica integrativa. Foram realizadas buscas por artigos científicos nas bases de dados SciELO, PePSIC e BVS Salud BIREME, utilizando as seguintes combinação de descritores: “Brumadinho” &amp; “desastre” e “Mariana” &amp; “desastre”. Foram analisados 14 artigos, publicados entre 2015 e 2020. Os resultados evidenciam as fragilidades do Estado na prevenção, resolução e responsabilização de tais crimes, demarcando um histórico de impunidade às empresas envolvidas, ausência de reparação de danos socioambientais e desamparo à população atingida. Além disso, destaca-se o papel da psicologia das emergências e dos desastres frente a tais cenários, discutindo o compromisso ético dessa profissão para com a promoção de saúde mental e a garantia de direitos.</p> 2022-02-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/853 A QUESTÃO DA SAÚDE MENTAL DE PACIENTES DERMATOLÓGICOS EM ATENDIMENTO HOSPITALAR 2022-04-25T10:18:00-03:00 Amanda Gimenes Pacheco Diniz amandadiniz@gmail.com Andriely Nascimento dos Santos andriely.nascimento@icloud.com Laysa Stahlhauer Dalle Nogare laysa.nogare@gmail.com Stefanie de Souza Dias stefanie.gwsr@gmail.com Thainara Silva Oshiyama oshiyamathainara@gmail.com Fernanda Maria Munhoz Salgado fernanda.salgado@saojudas.br <p>Delimitando e protegendo a individualidade, a pele é o principal meio de contato do sujeito com o mundo exterior. Conflitos e emoções podem se manifestar através do corpo e da pele, tornando-se visíveis e suscetíveis às reações sociais que muitas vezes são de preconceito e discriminação. O impacto dessas relações pode intensificar sintomas psicossomáticos e desencadear comorbidades como ansiedade e depressão, interferindo diretamente na qualidade de vida dos pacientes dermatológicos. Mesmo que as manifestações dermatológicas não sejam desencadeadas por fatores psíquicos, podem ser agravadas por estes, alterando a resposta do organismo a tratamentos. Há que se considerar ainda, que algumas doenças podem resultar da pobreza e prevalecer nestas condições, ou ainda gerar pobreza, colaborando para a manutenção da desigualdade social. Uma revisão bibliográfica foi realizada com o intuito de compreender o impacto psicológico das dermatoses na qualidade de vida dos acometidos. Considerando o cuidado que estes pacientes devem receber para que tenham uma melhora em sua relação consigo e com o meio social, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida, a revisão bibliográfica abrangeu os métodos de intervenção psicossocial de Cinematerapia e de Rodas de Conversa, como estratégia terapêutica complementar dentro do ambiente hospitalar. Por meio de filmes que são ferramentas acessíveis, é possível propor reflexões sobre o tema, com debates sobre autoimagem, autoestima e aceitação, permitindo espaço para acolhimento e troca de vivências.</p> 2022-05-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/798 PRÉ-NATAL PSICOLÓGICO COMO UMA POSSIBILIDADE DE CUIDADO INTEGRAL À SAÚDE MATERNA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA 2021-11-04T15:12:44-03:00 Letícia Marlene dos Santos Figueiredo leticia-santoss1@hotmail.com Jessica Macedo Carneiro jessica25066@famaz.com.br Regiane Cristina Silva Rego regiane25508@famaz.com.br Ana Carolina Araújo de Almeida Lins Araújo de Almeida Lins anacarolinaferreira@famaz.edu.br Crissi Roberta Pontes Cruz crissiacruz@yahoo.com.br <p>A gestação é um período de grandes transformações, com mudanças não somente no corpo da mulher, mas também alterações no âmbito psíquico, familiar e social, com a possibilidade ainda do desenvolvimento de transtornos. No que diz respeito aos aspectos psíquicos, ao longo do tempo foi dada pouca ou nenhuma importância, considerando o modelo biomédico vigente. Diante deste cenário, o pré-natal psicológico surge para complementar o pré-natal tradicional, voltando-se ainda mais para a humanização durante o processo de gestação, do parto e na parentalidade. Nesse sentido, este estudo tem por objetivo analisar como o pré-natal psicológico pode ser uma estratégia de cuidado integral à saúde materna. A metodologia da presente pesquisa consiste em uma Revisão Integrativa da Literatura (RIL). As bases de dados utilizadas foram Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Periódicos Eletrônicos de Psicologia (PePSIC). Foram utilizados os seguintes descritores: “pré-natal psicológico”, “psicologia e gravidez” e “transtornos psicológicos na gravidez”. Os resultados mostram o PNP como uma possibilidade de cuidado integral à saúde materna, visto que se estabelece como um programa de caráter preventivo em relação aos transtornos psicológicos decorrentes do ciclo gravídico puerperal, principalmente em relação à Depressão pós-parto e complementar ao pré-natal tradicional.</p> 2022-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/833 PSICOMOTRICIDADE E PARADIGMA DA COMPLEXIDADE 2022-01-17T12:11:53-03:00 Jorge Fernandes jorgef@uevora.pt Guida Veiga gveiga@uevora.pt Paulo Gutierres Filho profgutierres@unb.br <p>Este artigo tem por objetivo realizar uma reflexão sobre a importância de incorporar o paradigma da complexidade no pensamento psicomotor que envolve em si diferentes quadros epistêmicos. Realiza-se uma descrição do pensamento simplificador que reduz e fragmenta as diferentes áreas do conhecimento, por oposição ao pensamento complexo que as integra de forma sistêmica e, concomitantemente, apresenta-se uma reflexão sobre as suas possíveis influências na fundamentação da psicomotricidade como práxis na área da saúde. Conclui-se que o pensamento complexo se revela útil na fundamentação transdisciplinar da psicomotricidade e estruturador da práxis psicomotora, para ir ao encontro das necessidades, especificidade e desempenho psicomotor de cada ser humano.</p> 2022-04-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/828 O USO DE INSTRUMENTOS DE ENTREVISTA E TÉCNICAS PROJETIVAS NO PSICODIAGNÓSTICO CLÍNICO 2022-03-08T10:35:19-03:00 Beatriz Amália Albarello beatrizamalia@gmail.com <p>O psicodiagnóstico é um processo cientifico de investigação, limitado no tempo, que utiliza de técnicas, por meio de perguntas especificas, estruturadas, ao qual as respostas prováveis se organizam na forma de hipóteses que serão confirmadas através dos passos do processo, seja para classificar o caso e prever seu curso possível, comunicando os resultados, na base dos quais são propostas intervenções terapêuticas. Para tanto, o objetivo desta pesquisa descritiva foi compreender a importância do uso de entrevistas e questionários validados cientificamente e usados na comunidade cientifica para identificar os fatores e critérios diagnósticos clínicos, sob a ótica do DSM-5 no psicodiagnóstico de crianças, adolescentes e adultos e para além dos exames e testes psicológicos, o psicodiagnóstico clinico pode ser um meio para um processo interventivo e terapêutico, na medida em que o profissional vai analisando, investigando e intervindo com recursos e técnicas projetivas. Para tanto, foram apresentados também instrumentos e recursos lúdicos e projetivos que favorecem o processo clínico para avaliação e intervenção terapêutica.</p> 2022-04-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/841 O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E SEXUAL DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: uma revisão narrativa 2022-03-09T13:54:08-03:00 Fernanda Ramos Silva psi.nanrmsv@gmail.com Eric Henrique Vidal de Negreiros ericc196767@gmail.com Roseine Fortes Patella roseine.patella@saojudas.br <p>O presente trabalho é uma revisão narrativa com o objetivo de reunir e sintetizar dados sobre como o ambiente familiar e educacional afetam o desenvolvimento afetivo e sexual da pessoa com deficiência intelectual (DI). A fim de compreender tal fenômeno/contexto, investigaram-se estudos já publicados em revistas, jornais, teses, dissertações e outros documentos científicos, que abordam a visão da família e da escola sobre a sexualidade da pessoa com deficiência intelectual, além da visão do próprio indivíduo sobre sua sexualidade. Por se tratar de uma revisão narrativa, os dados foram analisados por uma perspectiva qualitativa, e demonstram que apesar da sexualidade do indivíduo com DI ser igual às de pessoas que não possuem deficiência, o ambiente em que este está inserido pode influenciar negativamente em seu desenvolvimento sexual. Diante disso, a educação sexual mostra-se extremamente relevante, uma vez que ter conhecimentos sobre a temática, além de um espaço interdisciplinar para se discutir tais questões, contribui para um desenvolvimento afetivo-sexual mais saudável e seguro. Para isso, é necessário que tal processo seja realizado de forma inclusiva, contemplando as necessidades e subjetividades da pessoa com DI, bem como sua família. </p> 2022-03-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/829 LEITURAS DA VIOLÊNCIA ESCOLAR PERANTE O PROJETO CONTEMPORÂNEO DE EDUCAÇÃO DE DELORS 2022-01-18T09:39:51-03:00 Lucas Carolino lucascarolino851@gmail.com <p>O relatório de Delors (1998) tem uma proposta mundial de as escolas cumprirem uma missão de se adaptarem a quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. A partir do relatório de Delors, aqui denominado de projeto contemporâneo de educação, observa-se que as novas configurações de ensino escolar atuais vêm preparando os jovens e adolescentes para o mercado de trabalho e para desenvolver habilidades de convivência, trabalho em grupo e em equipe, para posteriormente, desenvolver essas habilidades junto a atividades laborativas profissionais. Convém, analisar essa proposta generalista e seus impactos no Brasil, bem como se este relatório estaria diretamente relacionado com a violência escolar. Diante disso, este ensaio tem como proposta refletir criticamente sobre ele a partir da psicologia e duas técnicas (escuta e trabalho com grupos) que o psicólogo dispõe para uma análise comparativa de modelos. </p> 2022-04-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/843 INFLUÊNCIA DAS CRENÇAS DO PÚBLICO EVANGÉLICO NA ADESÃO AO TRATAMENTO PSICOLÓGICO NA CIDADE DE IMPERATRIZ-MA 2022-04-06T12:24:43-03:00 Ithanna Lima de Sá a@a.com.br Sheyrlani Tatiany da Silva sheyrlani.silva@ceuma.br Marcelo Hubner Moreira professorhubner@gmail.com <p>Ao longo da história o homem buscou limitar os fenômenos que envolvem a complexidade humana a uma única causa. A loucura era vista meramente como sinal de pecado, instituindo assim, o estigma dos transtornos mentais. Diante de tal realidade, justifica-se a relevância do presente estudo devido à prevalência de evangélicos no município de Imperatriz-MA (31,9%), e a falta de estudos voltados a esse público específico. Tendo como objetivo identificar se há influência do sistema de crenças e valores do público evangélico na adesão ao tratamento psicológico na cidade de Imperatriz-MA, assim como, informar acerca do conhecimento sobre doenças mentais para tal público e apontar se há estigmas associados à Psicologia. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de campo, exploratória, descritiva e explicativa. O recrutamento dos sujeitos do estudo ocorreu através do convite como voluntário à pesquisa no município de Imperatriz-MA, utilizando-se como instrumento de coleta de dados, questionário estruturado. Os resultados ajudam-nos a compreender que os valores e as crenças influenciam de modo significativo no processo de adesão ao tratamento psicológico pelo público evangélico.</p> 2022-04-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/818 SINTOMAS ANSIOSOS EM GESTANTES: análise temática 2022-04-06T10:10:11-03:00 Joice Ames joiceames@gmail.com Aline Wazlawick alinewazlawick@setrem.com.br <p>A gravidez pode ser considerada uma situação ímpar na vida de uma mulher e com muitos significados. Um processo de desenvolvimento, que a conduzirá a várias transformações orgânicas e expressivas mudanças em nível biopsicossocial e emocional. Este estudo teve como objetivo, investigar a prevalência de sintomas ansiosos em gestantes acompanhadas pela rede de atenção básica, de uma cidade do Noroeste do estado do Rio Grande do Sul. Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, exploratória e transversal. As participantes da pesquisa foram 10 gestantes, com idade igual ou maior de 18 anos a 35 anos. Para a coleta de dados, foi utilizado uma entrevista semiestruturada. A análise dos dados revelou que, são vários os motivos que levam a mulher a apresentar sintomas ansiosos na gestação. Podendo ser chamada de ansiedade multidimensional, pois caracteriza-se por medos e preocupações específicas desse período. Os sintomas ansiosos foram apresentados por todas as gestantes, sejam eles relacionados às mudanças corporais, ao próprio desequilíbrio emocional, pela falta de apoio familiar e/ou traumas. O fato de estarem passando pelo estressor da pandemia do COVID-19, pode ter sido um fator importante para o aumento destes sintomas. Estes, associados ao medo e inseguranças em relação ao futuro e risco de contaminação. Sugere-se que todas as gestantes, ao iniciarem seu pré-natal, já sejam acompanhadas também pelo profissional psicólogo. Para que tenham o espaço ideal, para trazerem sobre seus sentimentos, expectativas, medos e a própria ansiedade vivida neste período.</p> 2022-04-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/855 RESILIÊNCIA E AUTOESTIMA EM ATLETAS BRASILEIROS DE HANDEBOL 2022-06-03T11:55:15-03:00 Izabela Carvalho Oler izabela97@hotmail.com Aryelle Malheiros Caruzzo aryelle.caruzzo@cpb.org.br Caroline Carneiro Xavier carol.97.xavier@gmail.com Igor Fabricio dos Santos Oliveira Igor1515fabricio@gmail.com Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com Lenamar Fiorese lenamarfiorese@gmail.com <p>O objetivo do estudo foi investigar a resiliência e autoestima em atletas brasileiros de handebol. Fizeram parte da pesquisa 79 atletas, de ambos os sexos (25,24 ± 7,23 anos). Os instrumentos utilizados foram Ficha de identificação, Escala de Resiliência e a Escala de Autoestima. Para a análise dos dados foi utilizado os testes de Kolmogorov-Smirnov, T Independente e coeficiente de correlação de Pearson, adotando-se p&lt;0,05. Os resultados mostraram correlações significativas entre a resiliência e autoestima (p&lt;0,01). Nas comparações da resiliência em função do sexo, faixa etária e tempo de prática, os resultados apontaram que não houve diferenças significativas (p&gt;0,05). Para a comparação da autoestima também não foram encontradas diferenças significativas (p&gt;0,05), indicando que estes fatores não influenciam na percepção da autoestima destes atletas. Conclui-se que a idade e o tempo de prática são fatores que não influenciam na percepção de resiliência e autoestima de atletas brasileiros de handebol.</p> 2022-06-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/824 SAÚDE MENTAL DOS PROFESSORES EM TEMPOS DA PANDEMIA DA COVID-19: entrevista aos professores das escolas primárias da cidade de Nampula-Moçambique 2022-01-14T12:36:22-03:00 Rosário Martinho Sunde rsundescanda@gmail.com <p>Esta é uma pesquisa qualitativa transversal com recurso a entrevista semiestruturada cujo objetivo foi de avaliar os impactos da pandemia na saúde mental dos professores das escolas primárias da cidade de Nampula, em Moçambique. Todos os participantes foram contactados com antecedência (com ajuda de um colaborador) e apresentados o termo de consentimento livre e esclarecido. As entrevistas foram gravadas, transcritas e processadas sob a análise de conteúdo de Saldaña (2013). Os resultados indicam que a pandemia da Covid-19 afetou grandemente a saúde mental dos professores e de toda comunidade escolar. Os entrevistados relataram experiências de ansiedade e medo entre alunos, professores e outros utentes no retorno das aulas presenciais durante a pandemia. No entanto, apesar de muitos profissionais de psicologia (psicologia escolar, psicologia educacional, psicologia social e das organizações, psicologia clínica e áreas afins) que muitas universidades moçambicanas têm formado anualmente as escolas não usufruem seus serviços sendo que muitos deles são alocados como professores em diferentes classes e às vezes, fora do seu raio de atuação. Pela complexidade dos problemas emocionais e afetivos que tem se registrado nas escolas sugere-se assim que o sistema de ensino junto às escolas implemente serviços de apoio psicológico para a promoção do bem-estar e da saúde mental da comunidade escolar e da população em geral.</p> 2022-06-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/805 INDICADORES DE EFICÁCIA DO JOGO “TENHA MODOS” COMO FACILITADOR DO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS EM CRIANÇAS 2021-11-09T11:06:46-03:00 Ana Paula Garcia Dellagiustina anagarciapsi@hotmail.com Leo Lynce Valle Lacerda leolynce@gmail.com Camilla Volpato Broering millavolbro@hotmail.com <p>Habilidades sociais são conjuntos de desempenhos apresentados pelos indivíduos em demandas situacionais-interpessoais, sendo a infância uma fase importante para seu desenvolvimento. O objetivo do presente estudo foi avaliar o jogo Tenha Modos como facilitador do desenvolvimento de habilidades sociais. Tratou-se de pesquisa quantitativa com pareamento de dados do tipo “pré” e “pós teste” em uma amostra de 60 crianças de sete a 12 anos. O instrumento de avaliação utilizado foi o Inventário Multimídia de Habilidades Sociais. As crianças foram divididas em três grupos: grupo A:controle; grupo B: com aplicação da estratégia uma vez e grupo C: com aplicação da estratégia duas vezes em um intervalo de duas semanas. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas no que se refere ao indicador de frequência da emissão do comportamento socialmente habilidoso para o grupo que utilizou a estratégia lúdica.</p> 2022-01-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/804 PROJETOS DE FELICIDADE NO CÁRCERE: implicações para o cuidado em saúde 2021-11-09T11:02:26-03:00 Beatriz Santana Caçador cacadorbeatriz2@gmail.com Thuany Caroline Souza e Silva thuany.vieira@hotmail.com Laylla Veridiana Castória Silva laylla.veridiana@live.com Carolina da Silva Caram caram.carol@gmail.com Gian Batista Carmo gianbatistaefg@hotmail.com Antonio Aparecido Branco Júnior antonioa13@gmail.com Luíza de Alcântara Dutra lualdutra@gmail.com Bruna Pereira de Oliveira brunapereira@hotmail.com <p>Pesquisa realizada com o objetivo de conhecer os projetos de felicidade de uma população privada de liberdade e suas implicações para o cuidado em saúde. Para isso utilizou-se o estudo qualitativo. A coleta de dados ocorreu no período de julho de 2019 a outubro de 2020, em um presidio do interior da Zona da Mata Mineira, com 20 pessoas privadas de liberdade. Realizou-se entrevista aberta com roteiro semiestruturado, sendo submetidos à Análise de Conteúdo. Os aspectos éticos foram respeitados. Os resultados indicam que os projetos de felicidade das pessoas privadas de liberdade encontram significados, tanto em experiências pontuais do presente através da ressignificação dos modos de viver no cárcere, quanto em perspectivas futuras pela construção de pensamentos da vida após o cárcere. Também, desejam realizar projetos sociais em escolas para conscientizar jovens sobre o viver no cárcere, bem como acessar direitos fundamentais como educação e trabalho, constituir e cuidar da família e seguir uma religião. Assim, a produção subjetiva mobilizada no cárcere, produz como projeto de felicidade, participar do rompimento do ciclo perverso que historicamente aprisiona àqueles cujos direitos não são acessados na vida fora do presídio, possibilitando a construção de cuidados coerentes com a integralidade e humanização.</p> 2022-01-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/810 A MORTE E O MORRER: a reação dos profissionais enfermeiros 2022-01-05T19:25:53-03:00 Karine Klaus karineklauspsi@gmail.com Lissandra Baggio lissandrabaggio@setrem.com.br <p>Este trabalho parte do pressuposto que a morte é um fenômeno significativo para os que ficam, especialmente o profissional enfermeiro que se dedicou a dar assistência e prestar cuidados ao sujeito que morreu. É inevitável ao profissional enfermeiro – enquanto ser humano – não criar vínculo com seu paciente, especialmente se possui o dever de prestar assistência e cuidados a ele, pois para o cuidado com outrem se faz necessária a empatia. O estudo teve o objetivo de verificar qual a reação dos profissionais enfermeiros diante do processo de morrer e de morte de seus pacientes, compreender a concepção de morte dos enfermeiros e descrever os sentimentos despertados pelo fenômeno morte. Com relação aos aspectos metodológicos, trata-se de um estudo de caso múltiplo, qualitativo, de caráter exploratório. Participaram deste estudo dezesseis enfermeiros com pelo menos seis meses de atuação em unidades de terapia intensiva e unidades de emergência. Para coleta de dados foi utilizada uma entrevista semiestruturada e um instrumento de avaliação da ansiedade. Destaca-se que foram adotados todos os procedimentos éticos. O estudo demonstrou o uso da negação e racionalização como defesas psíquicas. Ficou evidenciada a angústia na comunicação da morte do paciente e a necessidade do apoio do serviço de psicologia. Sugeriu-se melhorias na graduação dos cursos de enfermagem e criação de espaços terapêuticos.</p> 2022-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/854 QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE, ANSIEDADE, DEPRESSÃO E VARIÁVEIS CARDIOMETABÓLICAS EM PESSOAS COM DIABETES TIPO 2 2022-06-03T11:52:46-03:00 Gabriela Teles gabrielaef.ufg@hotmail.com Renata Carvalho dos Santos Renata.carvalho@ueg.br Lucas Raphael Bento e Silva lucasraphaelbs@gmail.com Romes Bittencourt Nogueira de Sousa romesbittencourtsousa@gmail.com Vitor Alves Marques vitor_alvesmarques@hotmail.com Marcia Verônica Ertel marciaertel@hotmail.com Mateus Nunes Macedo mateusnunesvideira@gmail.com Ana Cristina Silva Rebelo anacristina.silvarebelo@gmail.com <p>O diabetes Mellitus tipo 2 está relacionado ao aumento da prevalência de problemas de saúde mental. O objetivo deste estudo foi a) verificar a ansiedade e a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) de diabéticos com e sem sintomas de depressão; b) correlacionar QVRS com glicemia e adiposidade abdominal ec) investigar se há diferença entre os sexos. Noventa e seis indivíduos, com idade média de 56,2 ± 9,6 anos, homens e mulheres, realizaram medidas antropométricas: circunferência da cintura (CC), índice de massa corporal, avaliação da pressão arterial (PA), frequência cardíaca (FC) e glicemia de jejum. O Inventário de Depressão de Beck, o Inventário de Ansiedade Trait-State e o Questionário SF-36 verificaram a presença de sintomas depressivos, o nível de ansiedade e a QVRS respectivamente. A maioria dos indivíduos apresentava excesso de peso (78%) e CC alterada (72,9%). A prevalência de depressão foi de 34,1%, e os níveis de ansiedade traço e estado foram de 63,3% e 77%. Indivíduos com depressão apresentaram pior QVRS, ansiedade (traço) e CC alterada, mas sem diferenças na FC e PA. Os homens apresentaram melhor QVRS e menores níveis de depressão do que as mulheres. Variáveis cardiometabólicas (adiposidade abdominal e glicemia) correlacionaram-se com alteração da QVRS, independente do sexo. Nos homens, foram observadas correlações entre glicemia e capacidade funcional e FC com saúde mental. Nas mulheres, os níveis de ansiedade correlacionaram-se com a capacidade funcional e adiposidade abdominal. O diabetes está diretamente relacionado a fatores biopsicossociais, principalmente QVRS e depressão. Além disso, diabéticos depressivos apresentam pior QVRS, mais ansiedade e, nos homens, alterações na composição corporal.</p> 2022-06-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/814 QUALIDADE DO SONO EM UNIVERSITÁRIOS NO CONTEXTO DA PANDEMIA DA COVID-19: um olhar multifatorial 2021-11-30T16:44:57-03:00 Laura Carvalho de Camargo laucarvalhodecamargo@gmail.com Natália Carvalho de Camargo nataliacarvalhovisao@gmail.com Romes Bittencourt Nogueira de Sousa romessousa@discente.ufg.br Luiz Henrique Alves Costa luizhealco@gmail.com Ana Gabriella Pereira Alves anagabriela_alves@hotmail.com Fagner Medeiros Alves fagnermedeiros@discente.ufg.br Maria Sebastiana Silva mssilva@ufg.br <p>A pandemia da COVID-19 veio acompanhada de prejuízos no emocional, nos hábitos alimentares e na atividade física. Os universitários ficaram incertos em relação à vida acadêmica, com a paralisação de atividades presenciais nas universidades. O estudo objetivou comparar o perfil (estados emocionais, atividade física e hábitos alimentares) de universitários com a autopercepção de qualidade do sono afetada pela pandemia (QSA) com aqueles com autopercepção de qualidade de sono não afetada (n-QSA) no contexto da pandemia da COVID-19. Entre 01/2021 a 04/2021, os discentes da Universidade Federal de Goiás preencheram, via ferramenta online, uma adaptação do questionário Convid-Pesquisa de Comportamentos. 173 discentes responderam esse instrumento. Os dados foram tabulados e organizados, os indivíduos foram divididos em dois grupos: o QSA (103) e o n-QSA (70), e a comparação foi feita entre os dois por meio do teste T de Student e teste do x2. Para a significância, o critério adotado foi p&lt;0,05. O grupo QSA apresentou maior procura por atendimento em saúde mental (0,0431*), maior autopercepção de elevada ansiedade/nervosismo (0,0095*), tristeza (0,0040*), e isolamento afetivo (0,0038*) na pandemia. O grupo QSA também apresentou menor nível de prática de atividade física (0,0306*), durante a pandemia. Ademais, o grupo QSA apresentou menor frequência de consumo de alimentos integrais, antes da COVID-19, do que o grupo n-QSA. Isso indicou maior acometimento nos estados emocionais do grupo QSA. É importante bons hábitos para uma saúde adequada.</p> 2022-01-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/813 INFLUÊNCIA DA INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO E ATITUDE FACE AO COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM CONTEXTO DE OBESIDADE INFANTIL 2022-01-24T15:23:26-03:00 Fernando Oliveira Pereira fopereira@sapo.pt <p>A dinâmica de mudança do comportamento alimentar está dependente das mudanças operadas na percepção e atitudes dos sujeitos sob a ação de uma multiplicidade de fatores, decorrentes da intervenção psicológica e psicoterapêutica apropriada. Objetivo: Estudar as mudanças operadas na funcionalidade psicológica de crianças e adolescentes com sobrepeso/obesidade sob ação da intervenção psicológica. Tipologia da investigação: Estudo quantitativo de tipo quasi-experimental e abordagem comparativa entre dois momentos: antes e depois da intervenção psicológica. Participantes: 20 crianças e adolescentes de ambos os sexos com diagnóstico de sobrepeso/obesidade. Instrumentos metodológicos: Entrevista clínico-psicológica; questionário sociodemográfico; questionário do comportamento alimentar (QCA); inventário de distúrbios alimentares (EDI). Resultados: As crianças e adolescentes com sobrepeso/obesidade, depois de submetidos a ações de intervenção psicológica, relativamente ao comportamento alimentar apresentam valores significativamente mais expressivos nas atitudes orientadas à restrição alimentar e menos expressivos nas atitudes orientadas à ingestão alimentar externa e emocional. Na tríade de escalas dos distúrbios alimentares os valores são mais expressivos na de preocupação (obsessão) pelo emagrecimento e na de insatisfação corporal e menos expressivos nas atitudes orientadas ao comportamento bulímico. Nas características psicológicas individuais: sentimento de ineficácia, perfeccionismo, desconfiança interpessoal, consciência interoceptiva, medo da maturidade, ascetismo, impulsividade e insegurança social, não existem diferenças estatisticamente significativas; variabilidade diminuta. Conclusão: A intervenção psicológica nas crianças e adolescentes com sobrepeso/obesidade operou mudanças ao nível das ideias, percepção e atitudes, relativamente ao comportamento alimentar. Mudanças operadas nas dimensões relativas ao comportamento dos sujeitos face ao processo de controlo e gestão da ingestão alimentar, não sendo detectadas nas características individuais inerentes à funcionalidade psíquica. As mudanças ao nível da percepção e das atitudes denotam ser de natureza reativa, situacional e circunstancial por não se vislumbrar alteração efetiva do padrão problemático.</p> 2022-02-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/803 O PROCESSO DE DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA DESDE DIFERENTES PERSPECTIVAS 2022-02-15T11:19:17-03:00 Raphaela Montalvão Morais raphaela_morais@hotmail.com Giovanna Furini Lazaretti giovanna_lazaretti@hotmail.com Sandra Sayuri Nakamura de Vasconcelos prof.sandravasconcelos@uninga.edu.br Constanza Pujals prof.constanzapujals@uninga.edu.br <p>As características multifatoriais que envolvem o TEA fazem desse um transtorno muito complexo e, em função disso, é necessário que as equipes interdisciplinares, compostas por diversos profissionais de várias áreas junto aos responsáveis das crianças com TEA, estejam coordenados para que a detecção, o diagnóstico e a intervenção sejam realizados prontamente. Deste modo, o estudo teve como objetivo analisar o processo que os profissionais (médicos, psicólogos, terapeutas, dentre outros) e a família percorrem para realizar o rastreio, detecção e diagnóstico do TEA. O estudo foi feito por meio de análise qualitativa de dados, a partir de entrevistas previamente estruturadas, efetuadas junto aos profissionais. A partir dos resultados, observou-se que muitos participantes ainda carecem de informações acerca do quadro clínico e terapêutico do TEA. Dentro dos próprios núcleos familiares, foi comum a divergência de opinião sobre o TEA. Além disso, percebeu-se que o luto que muitos pais apresentam frente ao diagnóstico está fortemente ligado ao medo do desconhecido e do julgamento de seus familiares e amigos, além da ideia de frustração acerca das expectativas projetadas no filho. Outrossim, a falta de um protocolo bem estabelecido no processo de investigação diagnóstica ainda é uma importante causa de diagnóstico tardio, gerando atraso nos estímulos multidisciplinares e no desenvolvimento dos pacientes. Por esta razão, é imprescindível que haja uma padronização neste processo, haja vista ainda haver muitas divergências em relação aos fatores analisados, como os sinais de alarme, idade ideal para fechar o diagnóstico, exames e testes a serem solicitados.</p> 2022-06-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/822 ANSIEDADE PRÉ-COMPETITIVA E SINTOMAS DE BURNOUT EM ESCOLARES PRATICANTES DE ESPORTES 2022-01-25T16:23:12-03:00 Janine Alaíde Gonçalves Lima Feitosa Moreira janinefeitosam@gmail.com Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com Dafne Thaynara Freitas Nunes dafnethaynarafreitas@hotmail.com Laura Carvalho Ribeiro lauracarvalhor@gmail.com Yara Lucy Fidelix yarafidelix@hotmail.com José Roberto de Andrade do Nascimento Júnior jroberto.jrs01@gmail.com <p>Este estudo transversal teve como objetivo comparar a ansiedade pré-competitiva e os sintomas de <em>burnout</em> de adolescentes participantes dos Jogos Escolares de Arapiraca-AL de acordo com a faixa etária e tempo de prática. Participaram da pesquisa 120 jovens adolescentes (101 meninos e 19 meninas) participantes das modalidades de futsal (n=94) e handebol (n=26) nos Jogos Escolares de Arapiraca-AL no ano de 2020. Os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico, o <em>Competitive State Anxiety Inventory (CSAI-2R)</em> e o Questionário de Burnout para Atletas (ABQ). A análise dos dados foi conduzida por meio dos testes de <em>Kolmogorov-Smirnov</em> e <em>“U” de Mann-Whitney</em> (p &lt; 0,05). Os resultados evidenciaram que os adolescentes apresentaram escore superior de autoconfiança (Md = 5,00), seguidos de ansiedade cognitiva (Md = 3,20) e ansiedade somática (Md = 2,83). Em relação ao <em>burnout,</em> observou-se escore superior na dimensão de reduzido senso de realização (Md = 2,83), seguido das dimensões de exaustão física e emocional (Md = 2,50) e desvalorização esportiva (Md = 2,14). Não foi encontrada diferença significativa (p &gt; 0,05) na comparação das dimensões de ansiedade pré-competitiva e de <em>burnout</em> de acordo com o tempo de prática (Tabela 3). Concluiu-se que a idade e o tempo de prática não foram intervenientes nos sintomas de ansiedade pré-competitiva e de <em>burnout</em> dos adolescentes participantes dos Jogos Escolares.</p> 2022-06-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/819 MÃES QUE PERDERAM FILHOS ADULTOS: UM GRUPO FOCAL 2022-01-13T18:04:00-03:00 Eduarda Camila Saft eduarda_saft@hotmail.com Flávia Michelle Pereira Albuquerque flaviampa@msn.com <p>A morte apesar de fazer parte do processo de desenvolvimento humano, como último estágio, ainda é pouco comentada nos círculos sociais, pois está associada a dor e sofrimento, pois caracteriza o rompimento de vínculo afetivo, além de nos lembrar de nossa própria finitude. Quando uma mãe perde um filho, depara-se com uma dor dilacerante, como se uma parte desta mãe tivesse morrido junto de seu filho, dor tamanha que faltam termos adequados para defini-la. A presente pesquisa é qualitativa, exploratória, descritiva e de campo. A coleta de dados foi realizada através de um grupo focal realizado com quatro mães que perderam seus filhos na fase adulta, que já faleceram há pelo menos cinco anos, mulheres estas que residem em um município do noroeste do estado do Rio Grande do Sul. A análise e interpretação dos dados foi com análise de conteúdo. A relevância deste estudo reside na possibilidade de produzir reflexões sobre o luto materno possibilitando o planejamento de ações que envolvam os enlutados, familiares e comunidade promovendo saúde, ressignificação de sentimentos e completude do sujeito.</p> 2022-01-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/795 EVIDÊNCIAS ADICIONAIS DE VALIDADE DA CORONAVIRUS ANXIETY SCALE (CAS-BR) EM UMA AMOSTRA DE MULHERES BRASILEIRAS 2022-02-15T11:23:06-03:00 Julia Gabriela Antunes Fonseca julia.1637294@discente.uemg.br Juliana de Oliveira Moreira juliana.1692327@discente.uemg.br Pricila Scalioni Moreira pricila.1692511@discente.uemg.br Michelle Morelo Pereira mi_morelo@hotmail.com <p>Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia da COVID-19 e trabalhadores ajustaram as atividades laborais para a forma remota. O excesso de informações sobre a COVID-19 e a intensa exposição a situações de sofrimentos podem provocar o aumento da ansiedade. Diante disso, urge identificar grupos de alto risco de impactos psicológicos, tais como as mulheres, a fim de direcionar tratamentos. Logo, objetivou-se buscar evidências adicionais de validade da escala, consistência interna e correlação com outras variáveis, da Coronavirus Anxiety Scale (CAS-BR) em mulheres brasileiras. As correlações foram verificadas entre a ansiedade frente à COVID-19 e o estresse percebido, mesurado pela Escala de Estresse Percebido, e a resiliência, avaliada pela Escala Breve de Coping Resiliente. Participaram deste estudo 203 mulheres brasileiras com idades entre 23 e 59 anos, majoritariamente da região sudeste (61,1% de Minas Gerais, 17,7% do Rio de Janeiro). Realizou-se a análise fatorial confirmatória, através da modelagem de equações estruturais, utilizando-se o software MPLUS. A escala apresentou bons índices de ajustes (x² =12,909 (5); CFI =0,997 TLI = 0.994; RMSEA = 0,088). As cargas fatoriais foram excelentes e variaram de 0,84 a 0,91, enquanto a consistência interna do instrumento avaliada pelo Alfa de Cronbach foi de 0,91. Conclui-se que a escala tem propriedades psicométricas adequadas e sugere-se o seu uso para avaliar os níveis de ansiedade frente ao coronavírus de mulheres no território brasileiro.</p> 2022-02-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/799 AVALIAÇÃO DA EMPATIA EM UNIVERSITÁRIOS A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA EVOLUCIONISTA 2021-11-04T15:09:45-03:00 Natália Carvalho de Camargo nataliacarvalhovisao@gmail.com Laura Carvalho de Camargo laucarvalhodecamargo@gmail.com Luíz Henrique Alves Costa luizhealco@gmail.com Romes Bittencourt Nogueira de Sousa romessousa@discente.ufg.br Maria Sebastiana Silva mssilva@ufg.br <p>A empatia vem ganhando destaque dentro da Psicologia Evolucionista. Ela consiste no compartilhamento de emoções e compreensão do ponto de vista do outro, e tende a diferir entre homens e mulheres. Entretanto, ainda não está claro quais as vantagens evolutivas dela. Fatores clínicos e de saúde mental também podem influenciar a expressão da empatia. Portanto, o objetivo deste estudo foi comparar a empatia entre estudantes universitários dos sexos masculino e feminino, assim como o perfil clínico e de saúde mental em indivíduos com baixos e altos escores de empatia. Aplicamos online a Escala Multidimensional de Reatividade Interpessoal (EMRI), para mensurar a empatia, e o “ConVid - Pesquisa de Comportamentos" para avaliar os estados emocionais e perfil clínico de 155 estudantes da Universidade Federal de Goiás. No total foram 69 participantes do sexo masculino (23,85 ± 3,72 anos) e 86 do sexo feminino (24,29 ± 5,55 anos). Os escores das subescalas de empatia foram comparados entre os sexos por meio do Teste t de Student (p&lt;0,05). Foram encontrados maiores escores de Consideração Empática (p&lt;0,0001), Angústia Pessoal (p=0,0051) e Escore Global de Empatia (p=0,0002) para as mulheres em comparação com os homens. Ademais, pessoas mais empáticas têm maiores níveis de autopercepção dos seus estados emocionais (p=0,0026). Os resultados confirmam os achados da literatura, que apontam que as mulheres tendem a ser mais empáticas do que os homens. O estudo do tema em outros contextos é ainda importante para a compreensão mais precisa do fenômeno evolutivo da empatia.</p> 2022-02-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/846 UM ESTUDO DE CASO DE ANOREXIA NERVOSA: desafios e possibilidades na terapia cognitivo-comportamental 2022-04-11T12:51:28-03:00 Camilla Volpato Broering millavolbro@hotmail.com Alessandra Scherer alessandra.scherer@hotmail.com <p>A propagação de uma cultura de corpo magro e de um padrão estético a ser seguido pela sociedade tem aumentado a incidência e prevalência de transtornos alimentares. Estes transtornos, relacionados à distorção da imagem corporal vêm crescendo exponencialmente em vários países ao redor do mundo. Caracterizam-se cada vez mais como uma área de interesse dos profissionais da saúde, no entanto, ainda há poucos estudos brasileiros sobre o tratamento dessas patologias sob a visão da Terapia Cognitivo – Comportamental. Os transtornos alimentares são quadros conhecidos por aspectos como o medo mórbido de engordar, redução voluntária do consumo nutricional, ingestão maciça de alimentos seguida de vômitos e uso abusivo de laxantes e/ou diuréticos. São patologias graves e de prognóstico pouco discutido, que por sua vez, trazem aos pacientes prejuízos biopsicossociais e elevados níveis de letalidade, além de sofrimento para as famílias. Deste modo, o presente artigo traz a experiência com um caso ilustrativo de anorexia nervosa, pensando em sua forma de avaliação e intervenção. Com base nos modelos de relatos e registros, o terapeuta cognitivo-comportamental descreve as contingências das quais um comportamento é função, suas crenças e histórico de vida. Tais informações podem colaborar para compreender o desenvolvimento da anorexia, e assim, ensinar o paciente maneiras do manejo do transtorno.</p> 2022-04-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/839 O CORPO DO ANALISTA NA CLÍNICA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS AUTISTAS 2022-04-06T11:16:15-03:00 Luana Souza de Deus Neto Almeida almeida.luanasouza@gmail.com Priscila Santarém `Pinto priscila-santarem@hotmail.com Tatiane Santos Dias tatianelsantos@yahoo.com.br <p>O aumento no número de crianças com diagnóstico do Transtorno do Espectro do Autismo nos convoca a refletirmos sobre o que estaria causando este efeito, tornando-o uma questão de Saúde Pública, visto que estas demandas são direcionadas às Unidades de Referência infantis. A pesquisa utilizada foi do tipo clínico-qualitativa (TURATO, 2013), baseada na teoria psicanalítica, sendo analisado a partir de recorte de caso clínico. Este trabalho foi submetido e aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa, com o parecer nº 2.218.982. As vivências nos atendimentos proporcionaram reflexões sobre a função do corpo do analista no tratamento de crianças autistas, compreendendo-o como um facilitador na construção de vínculo entre terapeuta-paciente e de um ambiente <em>holding</em> que acolhe o indivíduo à sua maneira. A pesquisa sobre o corpo do analista se torna relevante, visto que esse pode ser compreendido como um instrumento de atuação para o profissional que atua na clínica do autismo. A partir disso, objetivou-se demonstrar os efeitos da função do corpo do analista no tratamento de uma criança com suspeita diagnóstica do Transtorno do Espectro do Autismo. Conclui-se que o corpo do analista ao servir de ambiente acolhedor propicia a construção de uma relação por via sensorial e o surgimento do Eu</p> 2022-05-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/794 SCHILLING, F. (2014). A SOCIEDADE DA INSEGURANÇA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA. SÃO PAULO: SUMMUS. 2021-11-11T15:25:08-03:00 Lucas Carolino lucascarolino851@gmail.com 2022-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate