https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/issue/feed Psicologia e Saúde em debate 2022-01-13T18:13:08-03:00 Gilmar Antoniassi Junior editor@dpgpsifpm.com.br Open Journal Systems <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br />ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br />DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores <a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a> e <a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br /><br />O volume anual é composto por duas publicações anuais, de publicação contínua e a submissão é em fluxo contínuo.<br /><br />O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br /> Prof. Dr. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Profa. Dra. Luciana de Araújo Mendes Silva<br /> Prof. Dr. Saulo Gonçalves Pereira</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br /> Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto: QUALIS CAPES B3<br /> </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br /><strong> SJIF (2016) 5.602<br /> h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270" /></strong><br />Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg" /></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg" /></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg" /></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg" /></h4> https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/798 PRÉ-NATAL PSICOLÓGICO COMO UMA POSSIBILIDADE DE CUIDADO INTEGRAL À SAÚDE MATERNA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA 2021-11-04T15:12:44-03:00 Letícia Marlene dos Santos Figueiredo leticia-santoss1@hotmail.com Jessica Macedo Carneiro jessica25066@famaz.com.br Regiane Cristina Silva Rego regiane25508@famaz.com.br Ana Carolina Araújo de Almeida Lins Araújo de Almeida Lins anacarolinaferreira@famaz.edu.br Crissi Roberta Pontes Cruz crissiacruz@yahoo.com.br <p>A gestação é um período de grandes transformações, com mudanças não somente no corpo da mulher, mas também alterações no âmbito psíquico, familiar e social, com a possibilidade ainda do desenvolvimento de transtornos. No que diz respeito aos aspectos psíquicos, ao longo do tempo foi dada pouca ou nenhuma importância, considerando o modelo biomédico vigente. Diante deste cenário, o pré-natal psicológico surge para complementar o pré-natal tradicional, voltando-se ainda mais para a humanização durante o processo de gestação, do parto e na parentalidade. Nesse sentido, este estudo tem por objetivo analisar como o pré-natal psicológico pode ser uma estratégia de cuidado integral à saúde materna. A metodologia da presente pesquisa consiste em uma Revisão Integrativa da Literatura (RIL). As bases de dados utilizadas foram Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Periódicos Eletrônicos de Psicologia (PePSIC). Foram utilizados os seguintes descritores: “pré-natal psicológico”, “psicologia e gravidez” e “transtornos psicológicos na gravidez”. Os resultados mostram o PNP como uma possibilidade de cuidado integral à saúde materna, visto que se estabelece como um programa de caráter preventivo em relação aos transtornos psicológicos decorrentes do ciclo gravídico puerperal, principalmente em relação à Depressão pós-parto e complementar ao pré-natal tradicional.</p> 2022-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/796 A TENTATIVA DE SUICÍDIO NA ADOLESCÊNCIA: um olhar psicanalítico 2022-01-07T12:17:56-03:00 Matheus Colombari Caldeira mmatheuscaldeira_@hotmail.com Luciano Aparecido Pereira Junior lucianojuniorpereira@gmail.com Regina Célia de Souza Beretta regina.beretta@unifran.edu.br Antônio Cézar Peron acperon@uol.com.br Carlos Alberto da Costa albertoonze@yahoo.com.br <p>A tentativa de suicídio evidencia a não consumação do ato de tirar a própria vida, dando à tentativa e ao suicídio uns lugares sintomáticos diferentes. O objetivo deste estudo foi discutir sobre a tentativa de suicídio em adolescentes na contemporaneidade e sua relação direta com a cultura, por meio da Psicanálise. A pesquisa bibliográfica exploratória foi realizada nas plataformas <em>SciELO</em>, <em>Google Acadêmico</em> e <em>PePSIC-BVS</em>, sendo selecionados cinco artigos datados de 2017-2021, bem como livros contidos na literatura e dados disponíveis em sites e cartilhas do governo brasileiro. Os descritores utilizados para a pesquisa foram: <em>Adolescente, Suicídio e Psicanálise</em>. A análise de conteúdo realizada teve como premissa o contexto psicanalítico enquanto referencial teórico-metodológico, além da compreensão dos impactos sociais gerados pela temática. A influência sociocultural interfere diretamente na temática do suicídio, frente ao tabu que é falar sobre a morte e diante do suicídio, como sintoma de um adoecimento social e dificuldades de espaços de escuta dos adolescentes e políticas públicas de atenção a adolescência. Por fim, é preciso compreender e articular ações, no âmbito das políticas públicas, bem como da clínica psicanalítica, que se disponham a atuar e agir frente às realidades sociais e culturais que envolvem as tentativas de suicídio e os suicídios consumados – uma compreensão ampla das realidades vividas e da integralidade (biopsicossocial, cultural e espiritual) dos sujeitos.</p> 2022-01-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/793 EDUCAÇÃO EM SAÚDE E TECNOLOGIAS: mudanças, desafios e novos hábitos 2022-01-03T11:55:13-03:00 Luciano Aparecido Pereira Junior a@a.com.br Talisson Roberto Bergamim a@a.com.br João Pedro Pereira Martins a@a.com.br Regina Célia de Souza Beretta regina.beretta@unifran.edu.br <p>Educar em saúde pode ser um desafio frente a compreensão do que é educação e do que é saúde, e de como estas definições impactam a vida das pessoas. Tanto a saúde, quanto a educação se apresentam como sinônimos de cuidado e só acontecem de forma efetiva com a participação das pessoas. O estudo aqui descrito se propôs a discutir a transversalidade entre a Educação em Saúde e o uso da tecnologia, como uma ferramenta importante, frente às mudanças, hábitos e desafios que permeiam o mundo contemporâneo, além de ressaltar questões que envolvem a qualidade de vida e o estilo de vida das pessoas. A pesquisa foi realizada nas plataformas <em>SciELO</em>, <em>PePSIC</em> e <em>Google</em> Acadêmico, por meio dos descritores em saúde: Educação em Saúde, Promoção da Saúde e Desenvolvimento Tecnológico. Foram encontrados e selecionados seis artigos sobre a temática. A análise foi realizada por meio da Análise de Conteúdo e do materialism histórico-dialético, enquanto referencial teórico-metodológico. Desta forma, ainda existem falácias na atenção integral à saúde e bem-estar da população, e há uma demanda persistente na criação de redes fortalecidas que favoreçam a atenção à saúde e a proteção social, por meio de um trabalho intersetorial e interdisciplinar, que possa uma sociedade justa, saudável e sustentável.</p> 2022-01-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/814 QUALIDADE DO SONO EM UNIVERSITÁRIOS NO CONTEXTO DA PANDEMIA DA COVID-19: um olhar multifatorial 2021-11-30T16:44:57-03:00 Laura Carvalho de Camargo laucarvalhodecamargo@gmail.com Natália Carvalho de Camargo nataliacarvalhovisao@gmail.com Romes Bittencourt Nogueira de Sousa romessousa@discente.ufg.br Luiz Henrique Alves Costa luizhealco@gmail.com Ana Gabriella Pereira Alves anagabriela_alves@hotmail.com Fagner Medeiros Alves fagnermedeiros@discente.ufg.br Maria Sebastiana Silva mssilva@ufg.br <p>A pandemia da COVID-19 veio acompanhada de prejuízos no emocional, nos hábitos alimentares e na atividade física. Os universitários ficaram incertos em relação à vida acadêmica, com a paralisação de atividades presenciais nas universidades. O estudo objetivou comparar o perfil (estados emocionais, atividade física e hábitos alimentares) de universitários com a autopercepção de qualidade do sono afetada pela pandemia (QSA) com aqueles com autopercepção de qualidade de sono não afetada (n-QSA) no contexto da pandemia da COVID-19. Entre 01/2021 a 04/2021, os discentes da Universidade Federal de Goiás preencheram, via ferramenta online, uma adaptação do questionário Convid-Pesquisa de Comportamentos. 173 discentes responderam esse instrumento. Os dados foram tabulados e organizados, os indivíduos foram divididos em dois grupos: o QSA (103) e o n-QSA (70), e a comparação foi feita entre os dois por meio do teste T de Student e teste do x2. Para a significância, o critério adotado foi p&lt;0,05. O grupo QSA apresentou maior procura por atendimento em saúde mental (0,0431*), maior autopercepção de elevada ansiedade/nervosismo (0,0095*), tristeza (0,0040*), e isolamento afetivo (0,0038*) na pandemia. O grupo QSA também apresentou menor nível de prática de atividade física (0,0306*), durante a pandemia. Ademais, o grupo QSA apresentou menor frequência de consumo de alimentos integrais, antes da COVID-19, do que o grupo n-QSA. Isso indicou maior acometimento nos estados emocionais do grupo QSA. É importante bons hábitos para uma saúde adequada.</p> 2022-01-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/805 INDICADORES DE EFICÁCIA DO JOGO “TENHA MODOS” COMO FACILITADOR DO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS EM CRIANÇAS 2021-11-09T11:06:46-03:00 Ana Paula Garcia Dellagiustina anagarciapsi@hotmail.com Leo Lynce Valle Lacerda leolynce@gmail.com Camilla Volpato Broering millavolbro@hotmail.com <p>Habilidades sociais são conjuntos de desempenhos apresentados pelos indivíduos em demandas situacionais-interpessoais, sendo a infância uma fase importante para seu desenvolvimento. O objetivo do presente estudo foi avaliar o jogo Tenha Modos como facilitador do desenvolvimento de habilidades sociais. Tratou-se de pesquisa quantitativa com pareamento de dados do tipo “pré” e “pós teste” em uma amostra de 60 crianças de sete a 12 anos. O instrumento de avaliação utilizado foi o Inventário Multimídia de Habilidades Sociais. As crianças foram divididas em três grupos: grupo A:controle; grupo B: com aplicação da estratégia uma vez e grupo C: com aplicação da estratégia duas vezes em um intervalo de duas semanas. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas no que se refere ao indicador de frequência da emissão do comportamento socialmente habilidoso para o grupo que utilizou a estratégia lúdica.</p> 2022-01-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/804 PROJETOS DE FELICIDADE NO CÁRCERE: implicações para o cuidado em saúde 2021-11-09T11:02:26-03:00 Beatriz Santana Caçador cacadorbeatriz2@gmail.com Thuany Caroline Souza e Silva thuany.vieira@hotmail.com Laylla Veridiana Castória Silva laylla.veridiana@live.com Carolina da Silva Caram caram.carol@gmail.com Gian Batista Carmo gianbatistaefg@hotmail.com Antonio Aparecido Branco Júnior antonioa13@gmail.com Luíza de Alcântara Dutra lualdutra@gmail.com Bruna Pereira de Oliveira brunapereira@hotmail.com <p>Pesquisa realizada com o objetivo de conhecer os projetos de felicidade de uma população privada de liberdade e suas implicações para o cuidado em saúde. Para isso utilizou-se o estudo qualitativo. A coleta de dados ocorreu no período de julho de 2019 a outubro de 2020, em um presidio do interior da Zona da Mata Mineira, com 20 pessoas privadas de liberdade. Realizou-se entrevista aberta com roteiro semiestruturado, sendo submetidos à Análise de Conteúdo. Os aspectos éticos foram respeitados. Os resultados indicam que os projetos de felicidade das pessoas privadas de liberdade encontram significados, tanto em experiências pontuais do presente através da ressignificação dos modos de viver no cárcere, quanto em perspectivas futuras pela construção de pensamentos da vida após o cárcere. Também, desejam realizar projetos sociais em escolas para conscientizar jovens sobre o viver no cárcere, bem como acessar direitos fundamentais como educação e trabalho, constituir e cuidar da família e seguir uma religião. Assim, a produção subjetiva mobilizada no cárcere, produz como projeto de felicidade, participar do rompimento do ciclo perverso que historicamente aprisiona àqueles cujos direitos não são acessados na vida fora do presídio, possibilitando a construção de cuidados coerentes com a integralidade e humanização.</p> 2022-01-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/810 A MORTE E O MORRER: a reação dos profissionais enfermeiros 2022-01-05T19:25:53-03:00 Karine Klaus karineklauspsi@gmail.com Lissandra Baggio lissandrabaggio@setrem.com.br <p>Este trabalho parte do pressuposto que a morte é um fenômeno significativo para os que ficam, especialmente o profissional enfermeiro que se dedicou a dar assistência e prestar cuidados ao sujeito que morreu. É inevitável ao profissional enfermeiro – enquanto ser humano – não criar vínculo com seu paciente, especialmente se possui o dever de prestar assistência e cuidados a ele, pois para o cuidado com outrem se faz necessária a empatia. O estudo teve o objetivo de verificar qual a reação dos profissionais enfermeiros diante do processo de morrer e de morte de seus pacientes, compreender a concepção de morte dos enfermeiros e descrever os sentimentos despertados pelo fenômeno morte. Com relação aos aspectos metodológicos, trata-se de um estudo de caso múltiplo, qualitativo, de caráter exploratório. Participaram deste estudo dezesseis enfermeiros com pelo menos seis meses de atuação em unidades de terapia intensiva e unidades de emergência. Para coleta de dados foi utilizada uma entrevista semiestruturada e um instrumento de avaliação da ansiedade. Destaca-se que foram adotados todos os procedimentos éticos. O estudo demonstrou o uso da negação e racionalização como defesas psíquicas. Ficou evidenciada a angústia na comunicação da morte do paciente e a necessidade do apoio do serviço de psicologia. Sugeriu-se melhorias na graduação dos cursos de enfermagem e criação de espaços terapêuticos.</p> 2022-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/794 SCHILLING, F. (2014). A SOCIEDADE DA INSEGURANÇA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA. SÃO PAULO: SUMMUS. 2021-11-11T15:25:08-03:00 Lucas Carolino lucascarolino851@gmail.com 2022-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Psicologia e Saúde em debate