https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/issue/feed Psicologia e Saúde em debate 2021-10-07T10:29:37-03:00 Gilmar Antoniassi Junior editor@dpgpsifpm.com.br Open Journal Systems <h2><strong>Revista Psicologia e Saúde em Debate</strong></h2> <h3><strong><br />ISSN (eletrônico) </strong><strong>2446-922X<br />DOI 10.22289/issn.2446-922X.PSICODEBATE4FPM</strong></h3> <p>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é uma publicação de divulgação digital, que visa suprir uma necessidade institucional para as áreas da saúde e psicologia. O periódico tem todos artigos liberados para download em PDF (Portable Document Format) e foi idealizado pelos professores <a href="mailto:cursopsicologia.fpm@hotmail.com" target="_blank" rel="noopener">Gilmar Antoniassi Junior</a> e <a href="mailto:hugo.some@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Hugo Christiano S. Melo</a>. O escopo primário do periódico é divulgar artigos científicos de qualidade, favorecendo o diálogo científico entre pesquisadores de múltiplas instituições e alunos de graduação e pós-graduação.<br /><br />O volume anual é composto por duas publicações anuais, de publicação contínua e a submissão é em fluxo contínuo.<br /><br />O corpo editorial da Revista Psicologia e Saúde em Debate não se responsabiliza pelos dados e opiniões expressos nos artigos, sendo estes de inteira responsabilidade dos autores.</p> <h4>Editores-chefe: Prof. Dr. Hugo Christiano Soares Melo<br /> Prof. Dr. Gilmar Antoniassi Junior</h4> <h4>Normatização geral: Renata Ferreira dos Santos<br /> Maria Nazaré Brandão Borges.</h4> <h4>Editoração eletrônica: Hugo C. S. Melo<br /> Ernane Júnior da Silva Reis</h4> <p><strong>Fator de impacto: QUALIS CAPES B3<br /> </strong><strong>ICI (2018) 2.89</strong><br /><strong> SJIF (2016) 5.602<br /> h-index 5</strong></p> <p><strong><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/Qualis.jpg" width="275" height="270" /></strong><br />Todos os artigos da Revista Psicologia e Saúde em Debate possuem DOI. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/7063199_orig.jpg" /></p> <p>Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento, e permite às bibliotecas coletar, preservar e fornecer a seus leitores acesso ao material publicado na Web com o objetivo da preservação digital através dos sistemas LOCKSS e CLOCKSS.</p> <p><a title="LOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/lockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/lockss-logo-v1.jpg" /></a> <a title="CLOCKSS" href="http://scientiageneralis.com.br/index.php/periodico/gateway/clockss" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/clockss-logo.jpg" /></a></p> <h4>A Revista Psicologia e Saúde em Debate é totalmente de acesso aberto. <img src="https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/public/site/images/agamen0n/OAlogo.jpg" /></h4> https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/764 OS IMPACTOS DA VULNERABILIDADE SOCIAL NA CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE 2021-05-18T10:35:15-03:00 Mateus Ferreira de Almeida mateusferreira197@gmail.com Mike Alexander de Paula Pinto maike.a.p.p@gmail.com Luiz Felipe Viana Cardoso luizfelipevcardoso@gmail.com <p>Esta pesquisa teve como objetivo realizar um estudo sobre o conceito de vulnerabilidade social e seus impactos na construção da subjetividade, utilizando-se para isso revisões bibliográficas que pudessem abarcar os anos de 1990 e 2020. A discussão teve como subsídio a Psicologia Social Crítica, com ela foi possível visualizar o contexto de vulnerabilidade social como marcador de subjetividades. Desta forma, tratamos os conceitos de vulnerabilidade e subjetividade a partir de suas diversidades de compreensões, onde trabalhamos tanto em suas etimologias, considerando suas múltiplas possibilidades de leituras, quanto em suas aplicações sob a perspectiva da Psicologia Social Crítica. Portanto, concluímos que a relação da vulnerabilidade social na construção das subjetividades humanas, se dão de forma correlatas, pois foi possível observar as multi-interações com as quais os fenômenos “vulnerabilidade” e “subjetividade” se constróem.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/776 ALTERAÇÕES NA MICROBIOTA GASTROINTESTINAL DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA 2021-09-20T14:38:00-03:00 Fabiana do Nascimento Prazeres Martins fnp.biologa@gmail.com Leidyane Balieiro Guimarães Cunha dnabalieiro@hotmail.com Eliza Maria da Costa Brito Lacerda eliza_lacerda@yahoo.com.br <p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Pesquisas sobre as causas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm levado vários cientistas a relacionar diversos outros sistemas ao cérebro do paciente, associando alterações na microbiota gastrointestinal (MGI) a comportamentos típicos de pessoas com TEA, sugerindo que o eixo cérebro-intestino seja uma importante peça neste ‘quebra-cabeças’. Este trabalho teve por objetivo averiguar a microbiota gastrointestinal em crianças com TEA. Tal pesquisa foi realizada em plataformas de trabalhos científicos, resultando em 293 trabalhos, que, após a seleção, somaram 28 trabalhos analisados. Quase todos evidenciaram modificações na microbiota intestinal das crianças com TEA, sendo a redução da diversidade desta a principal alteração destes indivíduos em relação ao grupo controle. Destacaram-se nestes estudos a família bacteriana Lachnospiraceae, os gêneros bacterianos <em>Lactobacillus</em>, <em>Clostridium,</em> <em>Feacalibacterium e Bacteroides</em>; e o gênero fúngico <em>Candida</em>. Dentre os sintomas, a constipação foi bastante frequente nas crianças com TEA e alguns grupos de microrganismos foram associados positiva ou negativamente a alterações no sono, no desenvolvimento da fala e nos aspectos comportamentais. Concluímos que há várias alterações da MGI nas crianças com autismo quando comparado a crianças com o neurodesenvolvimento típico, sendo também afetada por questões anatômicas e metabólicas como causas ou consequências do TEA. Há necessidade de novos estudos, especialmente na população brasileira, e mais especificamente nos estados, tendo em vista a grande heterogeneidade do nosso povo e de sua cultura, as grandes variações alimentares das últimas décadas, bem como o aumento do fluxo gênico entre as populações mundiais. </span></p> 2021-10-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/775 DESAFIOS E POTENCIALIDADES NO DEBATE DE GÊNERO E SEXUALIDADE: uma revisão integrativa 2021-08-30T17:45:27-03:00 Antonio Guilherme Martins guilhermepsi@ufpi.edu.br Maria Eduarda Silva Siqueira da Luz mariaessluz@outlook.com Francisco Jander de Sousa Nogueira jander.sociosaude@gmail.com <p>As questões de gênero e sexualidade perpassam as relações das gerações, tornando-se dimensões organizadoras das relações sociais, o que corrobora para a existência de desigualdades, transformada pelas mais variadas culturas e sociedades. Nesse sentido, o artigo teve por objetivo expor sobre os desafios e potencialidades acerca das questões de gênero e sexualidade nos últimos 10 anos, no que diz respeito a saúde e educação no contexto atual. Realizou-se um levantamento da literatura, buscando documentos indexados em sites eletrônicos: SCIELO (Scientific Electronic Library Online), BVS (Biblioteca Nacional de Saúde), LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde) com os descritores: Gênero e Sexualidade; Gênero e Saúde. Buscou-se documentos que abordassem essas questões utilizando os seguintes critérios de inclusão: livros, teses, artigos e outros tipos de publicações que trabalhassem o tema, publicados entre os anos de 2009 e 2019, listados nas bases de dados referenciados, no idioma Português. Foram encontrados 135 artigos dos quais 11 atenderam aos critérios de inclusão e constituíram a amostra. Os resultados ressaltaram que ainda existem inúmeros entraves relacionados aos direitos e garantias das relações de gênero na saúde e educação. As evidências encontradas nesta revisão indicam a necessidade do debate de gênero dentro das instituições de ensino, o que passa a ser um papel crucial para o enfrentamento das desigualdades, corroborando para a construção de potencialidades significativas na inserção desse discurso na sociedade.</p> 2021-09-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/748 EQUIPES DE SAÚDE E A PSICOLOGIA HOSPITALAR NA PERSPECTIVA DA TEORIA DE GRUPOS DE SARTRE 2021-07-19T20:47:46-03:00 Fabíola Langaro flangaro@hotmail.com Andrea Hellena dos Santos andhellena@gmail.com Zuleica Pretto zuleicapretto@gmail.com <p>A obra de Jean Paul Sartre, representante do existencialismo, tem ainda poucos estudos no Brasil correlacionados com a área de Psicologia Hospitalar. Nas práticas de saúde brasileira, a atuação por meio de equipes assistenciais multidisciplinares vem se mostrando um dos principais recursos para superação da fragmentação do conhecimento e para o alcance da integralização dos diferentes aspectos da saúde dos sujeitos. Este trabalho visa discutir a Teoria de Grupos em Sartre e sua relação com a atuação interdisciplinar da(o) psicóloga(o) em contexto hospitalar. São apresentados os conceitos de série, grupo em fusão, grupo institucionalizado e grupo organizado, destacando este último como recurso para uma atuação das equipes nas instituições de saúde que possibilite cuidados integrais aos pacientes e familiares. Destaca-se a importância de que os objetivos da instituição estejam claros para os membros das equipes, a fim de que os sujeitos possam articular seus projetos individuais aos institucionais, visualizando uma condição de reciprocidade entre o sujeito e o grupo. O papel da(o) psicóloga(o) é descrito como de mediador, capaz de conduzir os sujeitos a uma reflexão crítica a respeito do próprio grupo e a (re)construção constante do movimento coletivo neste âmbito.</p> 2021-08-03T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/770 A IMPORTÂNCIA DOS ASPECTOS PSICOLÓGICOS NA REABILITAÇÃO DO PACIENTE COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA 2021-07-05T20:44:11-03:00 Jéssica Helena Souza de França jessyfranca@yahoo.com Yasmin Nascimento Passos yasminpassos54@yahoo.com.br <p>As doenças cardíacas representam um rompimento da vida do paciente em sua rotina diária, acarretando problemas emocionais, que por vezes podem dificultar o tratamento. O desencadeamento da doença arterial coronariana em um membro familiar pode ser fonte de estresse para todos os membros da família. Portanto, por ser uma doença que traz ao indivíduo não apenas sofrimento físico, mas também psicológico, se faz necessária a reabilitação, tendo em vista o benefício que esta trará na vida desses pacientes. O presente trabalho tem como objetivo realizar uma revisão narrativa da literatura sobre a importância dos aspectos psicológicos na reabilitação do paciente com doença arterial coronariana. O método escolhido foi uma pesquisa bibliográfica dos últimos 25 anos em livros e periódicos online específicos no tema. A partir do material selecionado, foram elaboradas três categorias. A primeira categoria sobre a doença arterial coronariana aborda a definição de doença arterial coronariana, suas manifestações clínicas, fatores de risco, diagnóstico, formas de tratamento e reabilitação. Na segunda categoria serão descritos os aspectos psicológicos presentes na reabilitação, e na terceira e ultima categoria será descrito o papel do psicólogo na reabilitação. Como resultado, observou-se que os aspectos psicológicos são de suma relevância no processo de reabilitação do paciente com doença arterial coronariana, pois exercem influência no desenvolvimento da doença, interferindo no prognóstico e na adesão do paciente ao processo de tratamento e reabilitação.</p> 2021-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/757 PSICOPATIA: uma análise do tratamento da psicopatia no sistema penal brasileiro 2021-06-17T22:57:03-03:00 Constance Rezende Bonvicini constancebonvicini@yahoo.com.br Júlio Alves Caixeta Júnior a@a.com.br Esmeralda Medrado de Oliveira a@a.com.br <p>A ideia primordial do presente artigo é tornar notório o estudo sobre o transtorno de personalidade antisocial, a psicopatia frente ao sistema penal brasileiro. O presente estudo teórico objetiva analisar o transtorno de personalidade antissocial – a psicopatia – frente ao sistema de responsabilização penal no sistema jurídico brasileiro. A pesquisa do estudo teórico foi realizada por meio de pesquisa bibliográfica em livros, artigos, entre outros documentos que abordam a psicopatia frente ao sistema penal brasileiro. Ressaltando-se que a psicopatia não é uma doença, mas um transtorno de personalidade, que em decorrência de uma anomalia, sobretudo funcional presente no cérebro, acarreta prejuízos em diversas esferas da vida do indivíduo. Assim, surge a demanda jurídica e social de lidar com esses seres humanos, bem como aplicar o meio eficaz a fim de que a norma encontre sua finalidade, gerando, por fim, sua eficácia. Embora exista parâmetros para comparação de como o sistema penal deve lidar com o psicopata, concluímos que no Brasil, até o atual momento, pouco investe no tema. Essa falta de atenção para com a psicopatia resulta em uma grande reincidência desses como presidiários. Ao analisar-se números, nota-se a necessidade da implementação de meios eficazes para lidar com o perfil, buscando auxílio na psicologia para esclarecer os pontos obscuros do funcionamento cerebral de indivíduos acometidos por esse transtorno.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/743 INCLUSÃO DO AUTISTA NO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO 2021-06-16T18:19:37-03:00 Vallery Shibuta valleryshibuta@hotmail.com Igor Favaro da Costa igor_favaro1@hotmail.com Fernanda Pimentel dos Santos fernanda.santos@unicesumar.edu.br <p>Segundo a definição encontrada no DSM-IV (2002) o Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses. As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo. Essas características prejudicam no processo de aprendizagem, fazendo-se necessário uma atenção maior por parte das instituições de ensino. Devido ao crescente número de autistas presentes no ensino superior fazem-se necessários materiais sobre o assunto de inclusão nas universidades. No decorrer deste trabalho iremos apresentar revisões bibliográficas encontradas em torno da inclusão do autista no ensino superior, se há e como é feito esse processo, e suas políticas públicas. E por fim, contribuir para futuros estudos e melhorias da inclusão de autistas.</p> 2021-08-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/763 SAÚDE MENTAL E TRABALHO: a realidade dos trabalhadores do SUAS 2021-07-19T11:39:15-03:00 Tassiana Algarte Fernandes a@a.com.br Regina Celia de Souza Beretta regina.beretta@unifran.edu.br <p>O Sistema Único de Assistência Social (SUAS), surge por meio da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e estabelece ações voltadas para a população atendida, mas também para os serviços e sua estrutura física, de profissionais e de gestão. E é neste contraste entre a PNAS e à realidade, que as condições de trabalho surgem como ponto negativo da prática diária dos trabalhadores do SUAS e o adoecimento físico e mental existente. O estudo aqui descrito, buscou compreender as relações de trabalho e como este afeta a vida do trabalhador do SUAS, no que concerne à saúde física e mental, o bem-estar e a qualidade de vida do profissional e de sua família, visto que o adoecimento e o estresse geram impacto direto no grupo familiar. A pesquisa foi integrada por profissionais do SUAS que atuam no Estado de São Paulo, e se desenvolveu em duas etapas, sendo a primeira por meio de um questionário <em>on-line</em>, com 24 perguntas (assertivas e dissertativas) e foi respondida por 189 trabalhadores. A segunda etapa contou com a realização de dois grupos focais, com a participação de 24 profissionais, que foram selecionados dentre os que haviam respondido primeira parte do estudo. Os resultados obtidos apontaram para a existência de diversos fatores que interferem na qualidade do trabalho, como a falta de estrutura, a equipe reduzida, as falhas da gestão, as questões políticas, as relações hierárquicas e a sobrecarga, que afetam diretamente a saúde destes profissionais, demandando uma atenção maior para com a saúde do trabalhador.</p> 2021-10-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/756 NECESSIDADES PSICOLÓGICAS BÁSICAS E PAIXÃO EM ATLETAS BRASILEIROS UNIVERSITÁRIOS DE VÔLEI DE PRAIA 2021-04-08T14:35:44-03:00 Igor Fabricio dos Santos Oliveira Igor1515fabricio@gmail.com Caio Rosas Moreira crosasmoreira@gmail.com Nayara Malheiros Caruzzo nayaramalheiros@gmail.com Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com José Roberto Andrade do Nascimento Junior jroberto.jrs01@gmail.com Lenamar Fiorese lenamarfiorese@gmail.com <p>O objetivo deste estudo foi comparar as necessidades psicológicas básicas (NPB) e a paixão em atletas brasileiros universitários de vôlei de praia. Participaram 57 atletas de ambos os sexos (21,48±1,79 anos), participantes da fase final dos Jogos Universitários Brasileiros 2018. Os instrumentos utilizados foram a Escala da Paixão e a Escala de Satisfação das Necessidades Básicas para o Esporte (BNSSS). Para a análise dos dados foram utilizados os testes de <em>Kolmogorov-Smirnorv</em>, U de <em>Mann-Whitney</em> e <em>Kruskal-Wallis</em> (p&lt;0,05). Os resultados evidenciaram que os atletas da região central do país se perceberam mais satisfeitos em relação à necessidade básica de autonomia (p=0,033) quando comparados aos atletas da região sul e sudeste. Atletas de instituições privadas apresentaram maiores índices de satisfação com a necessidade de competência (p=0,035) e relacionamento (p=0,028) do que atletas de universidades públicas. Em relação a remuneração pelo esporte, atletas que recebem algum auxílio financeiro se sentem mais competentes (p=0,012) com a sua prática esportiva. Atletas de nível internacional apresentaram maior satisfação em relação à autonomia e competência, além de maior paixão harmoniosa do que os atletas de nível nacional (p&lt;0,05). Conclui-se que os atletas de nível internacional, que recebem algum tipo de remuneração, que estudam em universidades particulares e da região central do país demonstraram maior satisfação com as necessidades psicológicas básicas e mais apaixonados harmoniosamente com a prática da modalidade.</p> 2021-07-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/780 DO INDESEJÁVEL AO IMPONDERÁVEL: A EXPERIÊNCIA DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM FRENTE A MORTE 2021-10-07T10:29:37-03:00 Cristiano de Jesus Andrade cristianoandradepsico@gmail.com Carlos Sousa Filho csfilhopsi@gmail.com Michelle Fonseca Lago michellefonseca-psico@gmail.com Bruno Chapadeiro Ribeiro brunoribeiro.3@metodista.br <p>Esta pesquisa objetivou analisar as percepções de enfermeiros quanto a morte dos pacientes em tratamento oncológico. Tal estudo valeu-se do método qualitativo, do tipo estudo de caso, tendo como sujeitos 10 enfermeiros oncológicos, com os quais foi utilizada a entrevista semiestruturada como técnica. Buscando analisar os resultados à luz da psicodinâmica do trabalho, a partir da qual pode-se compreender que os profissionais, identificam a morte como um processo natural, frequentemente vivenciado em sua profissão. No entanto apontaram vivenciarem tristeza e frustração mediante ao desligamento do paciente. Concluindo que embora os profissionais demonstrem lidar com a finitude de modo "natural", também experimentam sentimentos desconfortáveis, porém não adoeceram, visto que as defesas utilizadas garantem a integridade do ego em contato com a realidade.</p> 2021-10-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/762 TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA PRESCRITA CONFORME QUEIXA INICIAL E SINAL/SINTOMA A USUÁRIOS DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTO-JUVENIL 2021-06-17T22:56:30-03:00 Nevoni Goretti Damo nevofarma@gmail.com Samira Raquel de Farias Wackernagel samirafarias@hotmail.com Ana Beatriz dos Santos bia.ana.1998@gmail.com Arthur Mandalis Sônego arthursonego@gmail.com Wallace Mees meeswallace@hotmail.com <p>A prescrição e o consumo de medicamentos psiquiátricos por crianças e adolescentes é um dos motivos de preocupação para a sociedade brasileira. Estes medicamentos, prescritos para o tratamento de transtornos mentais e sofrimento psíquico, são recursos terapêuticos comumente utilizados no atendimento a usuários de Centros de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi). O objetivo deste estudo foi descrever a terapêutica prescrita conforme a queixa inicial e sinais/sintomas de usuários do CAPSi de Blumenau. Para tal, foram analisados e coletados dados de prontuários de crianças e adolescentes, de ambos os sexos, de agosto a dezembro de 2018. Em relação aos resultados encontrados, o sexo masculino foi o mais frequente, 58,3% (n=28) e a faixa etária mais prevalente foi entre 13 anos a 18 anos de idade 75% (n=36). O principal medicamento prescrito como forma de tratamento foi a Risperidona 22,10% (n=21). As queixas iniciais mais comuns foram agressividade e ansiedade 8,88% (n=08). O sinal/sintoma mais comum foi a ansiedade 13,40% (n=13). De acordo com a literatura, as substâncias mais prescritas encontradas nesta pesquisa podem beneficiar o tratamento das queixas e dos sinais/sintomas das crianças e adolescentes com sofrimento psíquico. As substâncias Risperidona, Cloridrato de Fluoxetina e Oxalato de Escitalopram são as principais substâncias prescritas aos usuários do CAPSi. Estas substâncias prescritas por especialistas e utilizadas de maneira racional podem beneficiar o tratamento dos usuários. Desta maneira, é fundamental destacar a importância de ampliar a discussão sobre prescrições de medicamentos não disponíveis no SUS, pois o principal medicamento prescrito não consta na REMUME.</p> 2021-08-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/782 PANDEMIA DA COVID-19: indicadores do impacto na saúde mental de adolescentes 2021-09-20T14:42:24-03:00 Bruna Taís Binotto brunatbinotto@gmail.com Claudia Maria Teixeira Goulart claudiag@feevale.br Juliana da Rosa Pureza julianapureza@feevale.br <p>A pandemia do vírus COVID-19 está impondo grandes mudanças no contexto psicossocial dos países afetados, provocando impactos na população como um todo. Esse trabalho tem como objetivo analisar os níveis de ansiedade, estresse e depressão de adolescentes no contexto da pandemia da COVID-19 e correlacionar os níveis de ansiedade, estresse e depressão com a percepção dos adolescentes sobre os impactos da pandemia em sua vida. O delineamento utilizado foi o quantitativo, correlacional e transversal. A amostra foi composta por 77 adolescentes com idades entre 12 e 18 anos que aceitaram participar da pesquisa online. Todos os procedimentos éticos foram seguidos e os participantes responderam a um questionário sociodemográfico, a um questionário composto por perguntas específicas sobre a percepção deles sobre os impactos da pandemia e à escala DASS-21. A análise dos dados evidenciou níveis considerados muito graves e graves de ansiedade em 33,8% dos adolescentes, de depressão em 36,4% e estresse em 36,1%. Esses índices se correlacionaram de forma positiva com sentimento de desamparo no cuidado da saúde mental e a presença de conflitos familiares. A partir desses resultados, entende-se que a pandemia pode ser encarada pelos adolescentes como um período complicado e gerador de sofrimentos, intensificando suas vulnerabilidades e limitando acesso a sistemas de suporte.</p> 2021-10-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/784 A INFLUÊNCIA DA FÉ NO TRATAMENTO DE PACIENTES ONCOLÓGICOS 2021-09-20T14:43:51-03:00 Catia Almeida Alves da Silva catiasilva.7719@aluno.saojudas.br Karina Aparecida Ferreira da Rocha karinarocha.6848@aluno.saojudas.br Luiz Roberto Marquezi Ferro luiz315@hotmail.com Aislan José de Oliveira aislan_jo@hotmail.com Márcia Guimarães Rivas marcia.rivas@saojudas.br <p>O câncer é considerado uma doença muito antiga e a sua origem pode estar associada a diversos fatores. Configura-se como um grave problema de saúde pública mundial e com altos índices de casos. Diante do possível diagnóstico da doença, surgem vários sentimentos no indivíduo, pois o futuro se torna temido e desconhecido para ele. Neste processo, o psicólogo utiliza o seu conhecimento técnico para ajudar a reduzir os impactos causados pela doença, contribuindo em um cuidado completo e identificando possíveis desordens psíquicas. A fé torna-se uma alternativa significativa que pode resultar em esperança, fortalecimento e equilíbrio; através dela é possível identificar a importância em aceitar a doença e lidar com o processo de tratamento, melhorando a qualidade de vida do sujeito neste momento e intensificando a sua luta contra a enfermidade. O objetivo deste estudo foi identificar a influência da fé no tratamento de pacientes oncológicos que faziam tratamento em uma unidade hospitalar na capital paulista. Trata-se de uma pesquisa qualitativa com a participação de sete sujeitos; esse número se fixou por ocasião da exaustão do discurso. Os mesmos foram selecionados de maneira randômica e que manifestaram o consentimento em participar da pesquisa. Os participantes responderam a um roteiro de entrevista semiestruturado. A análise dos resultados foi feita por meio de Análise de Discurso com a construção de categorias. Em relação aos resultados esperados, consideramos que a fé é um recurso positivo para o enfrentamento do câncer e que este fenômeno contribui significativamente para o processo de tratamento da doença.</p> 2021-10-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/774 DESEMPENHO FUNCIONAL NAS ATIVIDADES BÁSICAS DE VIDA DIÁRIA EM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL 2021-07-19T11:44:06-03:00 Marcela Aparecida Santos marcelasantos.to@gmail.com Marcia Caires Bestilleiro Lopes marciacblopes@gmail.com Célia Regina Nakanami ce.nakanami@gmail.com <p>A visão é um dos mais importantes sentidos no desenvolvimento normal da criança. Quando há o comprometimento dessa via sensorial, a criança pode apresentar dificuldades no desenvolvimento neuropsicomotor, na relação familiar e ainda nas habilidades da vida diária. Avaliar o desempenho das habilidades funcionais e de assistência dos pais/cuidadores nas atividades básicas de vida diária em crianças com deficiência visual em comparação ao desempenho de crianças sem deficiência visual. Este estudo prospectivo, observacional e transversal foi realizado no Ambulatório de Estimulação Visual Precoce - Setor de Baixa Visão e Reabilitação Visual do Instituto da Visão do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo. O instrumento utilizado foi o PEDI - Inventário de Avaliação Pediátrica de Incapacidade, aplicado através de entrevista individual com o responsável pela criança nas áreas de Habilidades Funcionais e Nível de Assistência do Cuidador. O PEDI é subdividido em itens: autocuidado, mobilidade e função social. Segundo os dados obtidos, as crianças deficientes visuais apresentaram um déficit de desempenho na área de autocuidado e são mais dependentes do cuidador na mobilidade e função social. As crianças sem deficiência visual apresentaram um menor desempenho na área de autocuidado e mesmo nível de dependência do cuidador nas três áreas. Crianças com deficiência visual necessitam de mais ajuda para desempenhar suas atividades diárias em todas as áreas funcionais se comparadas com as crianças sem deficiência visual.</p> 2021-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/732 ATENDIMENTO PSICOLÓGICO EM AMBIENTE UNIVERSITÁRIO: uma experiência de acolhimento das demandas psicopedagógicas 2021-04-14T18:53:16-03:00 Diogenes Antonio Pascini Ribeiro diogenes.pascini.psicologo@gmail.com Gilmar Antoniassi Junior gilmar.junior@faculdadepatosdeminas.edu.br <p>O presente artigo tem por objetivo relatar a experiência vivenciada pelo graduando em psicologia nos anos de 2017 e 2018, atuando em um Núcleo de Atendimento Psicopedagógico que foi ofertada em instituição privada do ensino superior. O relato faz um apanhado da reflexão acerca da implementação da proposta do apoio emocional e educacional no ambiente universitário. Foi possível perceber por meio do trabalho desenvolvido através do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico o quanto os universitários necessitam de um suporte para as diferentes demandas da vida pessoal que refletem no ambiente universitário.</p> 2021-08-03T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Psicologia e Saúde em debate